Sustainable Development Goals

Transformar milhas de viagens em benefícios para projetos sociais de educação. Essa é a proposta do Milhas do bem, lançado pela Smiles este mês para estimular o voluntariado entre seus funcionários e a doação de milhas entre seus clientes. O objetivo do projeto é apoiar instituições parceiras que trabalham com educação de crianças e jovens e que atuam com projetos que vão desde capacitação para o trabalho até educação através do esporte. Entrevistamos o CEO da Smiles, Leonel Andrade, sobre o projeto.

Evento de lançamento do Milhas do Bem, com todas as instituições parceiras. Foto Denise Andrade
Evento de lançamento do Milhas do Bem, com todas as instituições parceiras. Foto Denise Andrade

Como surgiu o projeto de responsabilidade social e voluntariado da Smiles?

Com foco na missão da empresa de “transformar milhas em sorrisos”, percebemos que poderíamos ajudar a preparar as novas gerações para atuarem no desenvolvimento humano e social e diminuir as desigualdades, proporcionando a crianças e jovens em situação de risco, educação e alternativas de futuro, para que possam exercer sua cidadania e se sentir parte da sociedade. A partir daí contratamos um consultor para nos ajudar a desenhar o projeto, definir as causas e escolher as instituições participantes do Milhas do Bem.

Qual é o objetivo do projeto em seu primeiro ano?

Na verdade, não há um objetivo específico, mas o compromisso de disseminar essa semente entre colaboradores, clientes e parceiros da Smiles, para que juntos, realizemos o maior número de projetos possíveis. Por esse motivo, a Smiles participará ativamente das doações, oferecendo uma milha a mais a cada milha doada.

Quais são as instituições parceiras?

São seis instituições que atuam em projetos nas áreas de educação/ empreendedorismo/ gestão e uma instituição de voluntariado. São elas:
✓ Cruzada
✓ Instituto Reação
✓ Parceiros Voluntários
✓ Junior Achievement
✓ Fundação Dom Cabral
✓ ESPM Social
✓ CEPAC (voluntariado).

As atividades vão desde a capacitação de jovens para o mercado de trabalho, passando por oficinas de linguagem, teatro, atendimento psicológico, à iniciação aos esportes e capacitação.

Na sua opinião, por que o setor privado deve se envolver em projetos de responsabilidade social?

É responsabilidade dos empresários, empreendedores, gestores das empresas retribuírem e participarem do desenvolvimento da sociedade, não só gerando empregos, mas participando ativamente de projetos sociais. É importante capacitar as novas gerações para a entrada no mercado de trabalho, e de que forma poderíamos fazer isso, se não começar pela educação. O Milhas do Bem não é um projeto da Smiles, mas de toda a sociedade, que tem como objetivo auxiliar os menos favorecidos por meio da doação de milhas para os projetos voltados à educação e empreendedorismo ou, no caso do voluntariado, de horas dos colaboradores da Smiles durante o expediente, para dar aulas, trocar cartas com as crianças ou dar dicas de finanças pessoais, por exemplo.

Horyou é uma rede social para o bem social. Qual a importância estratégica da internet e das redes sociais para o projeto de responsabilidade social e voluntariado da Smiles?

A internet é democrática e pode ser alcançada de qualquer parte do mundo e para um projeto de responsabilidade social e voluntariado, precisamos que nossas crenças, nossas mensagens cheguem a todos os cantos, sem discriminação. A melhor forma de multiplicar nossas ideias é distribuí-las nos canais digitais, nas redes sociais. É importante que as empresas encorajem seus parceiros, clientes e colaboradores a compartilhar nossos sonhos de contribuir para que crianças e jovens tenham esperança de um futuro melhor. Além disso, a Smiles é 100% digital e baseada em transações pela internet, ou seja, esse canal é o nosso dia-a-dia, nosso meio de negócios.

Horyou apoia as iniciativas de inovação social que ajudam o mundo a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e é organizadora do SIGEF, o Fórum de Inovação Social e Ética Global. Seja a mudança, seja Horyou

A two-day event will discuss challenges faced by children in urban areas; they will include a Hackathon and roundtables on innovation.

Girl in a Turkish language class in a refugee camp in southern Turkey
Girl in a Turkish language class in a refugee camp in southern Turkey

The United Nations Children’s Fund (UNICEF) in Kazakhstan will host a two-day event on Innovation and Technology for Children at Astana EXPO 2017. On the 18th and 19th of August, international and local experts in technology, innovators and entrepreneurs will join thought leaders and members of the academia, along with public sector officials to discuss the challenges faced by children growing up in cities.

On the 18th of August, young programmers from Astana, Almaty and other Kazakhstan cities will compete in a hackathon entitled “Innovating for children in an Urban World”. Participants will offer prototype solutions to children’s challenges in urban areas that range from tackling air pollution and improving safety to providing accessible transportation and safer streets for children.

Adolescent girls use cellphones and tablets in the Za’atari camp for Syrian refugees
Adolescent girls use cellphones and tablets in the Za’atari camp for Syrian refugees

The 19th of August will organize talks on “Advancing the Rights of Children through Innovation” and will gather international speakers from UNICEF, Google.org (Google’s charitable arm), Project Connect (global mapping project on schools’ internet connectivity), the Cooper Union for the Advancement of Science and Art, and Youth Policy Labs (a global think-tank on youth) to share their expertise on expanding opportunities for children and youth through innovation.

UNICEF Talks will also feature promising change-makers, start-ups, corporate and public sector pioneers from Kazakhstan who will discuss challenges and opportunities in the country’s emergent innovation ecosystem.

UNICEF innovation for children at Astana Expo

Time: 09:30-18:00

Date: 18 – 19 August 2017

Place: Creative Energy Pavillion, Expo

Speakers: International speakers from UNICEF, Google.org (Google’s charitable arm), Project Connect (global mapping project on schools’ internet connectivity), The Cooper Union for the Advancement of Science and Art, and Youth Policy Labs (a global think-tank on youth).

The Horyou’s 4th Edition of SIGEF will take place during EXPO 2017 Astana, in Kazakhstan. The Social Innovation and Global Ethics Forum will discuss Future Energy, Smart Cities, SDGs, and lead official delegation to EXPO 2017 Astana. More information on www.sigef2017.com and consult agenda or register your attendance.

Foi a partir da pergunta: ‘como seria o mundo se a Mercur não existisse mais?’ que a empresa que fabrica borrachas e produtos para a saúde, começou um projeto de transformação há quase dez anos. Desde então vem revendo seus projetos de gestão e sustentabilidade. Entre as mudanças mais importantes, a Mercur passou a investir em negócios locais, substituindo importações por compra de insumos nacionais, e incentivando pequenos empreendedores a vender sua produção em uma feira orgânica organizada internamente para funcionários. Um trabalho com comunidades extrativistas no Pará e no Acre garante que os seringueiros recebam remuneração justa e consigam proteger e conservar as florestas, sem pensar em extrair o máximo para ganhar o mínimo. Pensando nessa visão para o futuro, a Mercur criou um Laboratório de Inovação Social, onde investe em educação e diálogo com os colaboradores da empresa para manter o tema presente e vivo na cultura corporativa. Entrevistamos Jorge Hoelzel Neto, facilitador da Mercur, sobre os projetos de sustentabilidade da companhia.

A empresa faz parcerias com cooperativas e comunidades seringueiras
A empresa faz parcerias com cooperativas e comunidades seringueiras

Quais foram os motivadores para que a Mercur iniciasse seus investimentos em novos projetos sustentáveis?

A partir de um olhar para o futuro com lentes mais sensíveis, passando a considerar não apenas as questões econômico/financeiras, mas também as questões humanas, sociais e ambientais, percebemos a necessidade de considerar também um novo modelo de gestão, que pudesse dar conta de necessidades que passavam de forma despercebidas nos planejamentos que fazíamos. Esta avaliação iniciou em 2008, e, de lá para cá, os principais resultados já alcançados têm a ver com a evolução do diálogo entre as pessoas que interagem com a empresa e da co-criação de novas possibilidades na busca da construção de um mundo que possa ser mais confortável para todos. Os projetos surgem nesse contexto, como pano de fundo para uma atuação que busca e experimenta o que não era conhecido por nós até então, com o objetivo de viabilizar soluções legítimas com as pessoas que nos relacionamos.

Você acredita que empresas com responsabilidade social têm resultados melhores? De que forma essas ações e projetos de sustentabilidade se traduziram em resultados corporativos?

A Mercur não estabeleceu essa caminhada com a intenção de atuar como uma empresa que, através da comunicação ou de projetos de responsabilidade social, tem melhores resultados, em função do reconhecimento das pessoas. Toda a legitimidade do nosso processo de gestão está em não ser pautado em modelos pré-existentes, modismos e tendências. Buscamos uma atuação coerente aos nossos valores e direcionamentos, nos orientamos a partir deles e vamos encontrando soluções que fazem sentido para nós.

Acreditamos que por meio do “desenvolvimento do ser humano” podemos contribuir para a formação de uma sociedade mais preparada para a construção do seu próprio sistema de vida. E é esse o resultado que nos interessa, se queremos que nossos produtos e serviços possam ter consumidores, precisaremos construir, com estes mesmos, um novo modelo ou sistema de produção e consumo que sustente a vida humana no planeta de forma sustentável.

Workshop sobre inovação e sustentabilidade com funcionários da empresa
Workshop sobre inovação e sustentabilidade com funcionários da empresa

Como funciona o laboratório de inovação social e quais são os seus objetivos?

O Laboratório de Inovação Social Mercur foi pensado com o objetivo de ser um ambiente que permita à empresa vivenciar descobertas e promover interações com a comunidade e públicos com os quais se relaciona. A ideia é que o espaço seja um instrumento que promova momentos significativos de ensinar e aprender e, também, de criação de soluções que ajudem a melhorar a vida das pessoas, a partir de necessidades legítimas e da convivência com elas. O LAB comporta dois modelos de atividades chamadas de aprendizagem e prototipação. Os espaços de aprendizagem são as atividades em que as pessoas colocam seus conhecimentos a serviço de outras pessoas, criando momentos significativos de ensinar e aprender. Essas ações podem acontecer por meio de uma oficina, roda de conversa, palestra ou até mesmo de um filme que gostariam de compartilhar. Já os espaços de prototipação são as atividades de colocar a mão na massa para construir protótipos de produtos ou serviços.

Qual a visão da empresa para o futuro?

Ao construir intensas interlocuções em busca de se tornar uma indústria mais próxima e relevante para seus públicos, a Mercur foi conhecendo melhor a sua vocação e atualizando naturalmente a sua proposta de atuação. Recentemente fizemos um exercício de imaginar a empresa que queríamos ser em 2050 e concluímos que gostaríamos de continuar sendo uma organização comprometida com a construção de relacionamentos que valorizam a vida, sobretudo em iniciativas locais voltadas à criação de bem -estar. Essa visão foi transformada em macro-objetivos estratégicos e em decisões que possam viabilizá-los em perspectivas de tempo apropriadas, isto é, que levem em conta a gestão de potenciais externalidades.

Horyou apoia as iniciativas de inovação social que ajudam o mundo a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e é organizadora do SIGEF, o Fórum de Inovação Social e Ética Global. Seja o futuro, seja Horyou

The latest Green Transition Scoreboard® (GTS) found that private green investments now total more than $8.1 trillion USD ($8,133,456,730,370).

Published annually since 2009 by Ethical Markets, the GTS is a global measure of private green investment in five green sectors: 1) Renewable Energy, 2) Efficiency, 3) Life Systems (water, waste, recycling, community investing, e-learning and fintech), 4) Green Construction, and 5) Green Corporate R&D. Government investments have been omitted wherever possible and technological criteria are strictly applied.

Sector Amount US $


Renewable Energy – $3,427,534,992,202

Energy Efficiency – $1,748,904,490,919

Life Systems – $1,660,880,346,366

Green Construction – $914,736,379,757

Corporate Green R&D – $381,400,521,125

Grand Total – $8,133,456,730,370***

The aggregated total is tracked by Ethical Markets Media Certified B Corporation’s team of experts and global advisory board, led by CEO Dr. Hazel Henderson, futurist/author and former US government science policy advisor.

Henderson said “The green economy is growing faster than anyone realizes. We knew that this good news on the progress of the global green transition couldn’t be fully covered by mainstream financial media and news programs whose advertising is still from fossilized sectors.”

GTS co-author Tim Nash, The Sustainable Economist, adds “Although the USA is expected to fall behind due to federal policies that put obsolete industries like coal ahead of thriving green sectors, large corporations are stepping up to invest billions in more efficient technologies.”

The full 2017 GTS report titled “Deepening Green Finance” can be downloaded free here: 2017 Green Transition Scoreboard Cities and states worldwide are now leading, energized by former New York City mayor Michael Bloomberg and many others. The UNEP Inquiry on Design of a Sustainable Financial System is successfully engaging conventional financial markets. Co-director Dr. Simon Zadek welcomed the release of the GTS report, “With a changed political landscape, the case for green finance has to be strengthened, so your work is very important and has to be widely used”.

The GTS report traces private money shifting from incumbent fossilized sectors to emerging green opportunities. Financial firms are being forced to innovate as pressure grows from all sides.

Activist ethical investors and divestment campaigns are getting louder. New pressure from above is driven by the National Development Commitments (NDCs) signed by 194 governments under the UN COP 21 and 22 climate accords and Sustainable Development Goals (SDGs). Pressure is also coming from below with the rise of Silicon Valley’s Fintech100, including crowdfunding, peer-to-peer lending, and reward currencies.

Horyou is the Social Network for Social Good, which connects, supports and promotes social initiatives, entrepreneurs, and citizens who help the implementation of the Sustainable Development Goals to build a more harmonious and inclusive world. Horyou is also the host of SIGEF, the Social Innovation and Global Ethics Forum, taking place in Astana, Kazakhstan during the EXPO 2017, from 5-7 September. We invite you to Be the Change, Be Horyou!

On the International Day of the World’s Indigenous Peoples, the UN warns about the vulnerability of native populations around the globe.

Native Americans, Indiana
Native Americans, Indiana

Forty UN agencies and other international organizations made a joint statement today, raising awareness on the critical situation of native populations on the 10th anniversary of the UN Declaration on the Rights of Indigenous People. Despite acknowledging the progress that has been made in terms of their formal recognition in several countries, the UN alerts that they continue to face discrimination, marginalization and lack of basic rights.

Indigenous Raramuris from Mexico
Indigenous Raramuris from Mexico

“While indigenous peoples have made significant advancements in advocating for their rights in international and regional fora, implementation of the Declaration is impeded by persisting vulnerability and exclusion, particularly among indigenous women, children, youth and persons with disabilities,” said the joint statement.

There are an estimated 370 million indigenous people in some 90 countries around the world. Practising unique traditions, they retain social, cultural, economic and political characteristics, bringing diversity and richness to the societies in which they live.

Indigenous people from Brazil
Indigenous people from Brazil

The United Nations Declaration on the Rights of Indigenous Peoples, from 13 September 2007, defends minimum standards for the well-being, survival and dignity of indigenous peoples. The document established their rights to self-determination, traditional lands, territories and resources, education, culture, health and development. The declaration took more than 20 years to negotiate and is a benchmark of rights and reconciliation. However, many challenges remain – violence and rights violations are, in some countries, more common now than decades ago.

Indigenous experts from Canada, Congo, Ecuador and Namibia will discuss the issue at a special event at UN Headquarters in New York, on Wednesday, 9 August, International Day of the World’s Indigenous Peoples. UN offices around the world are also celebrating the day with special events and activities, including in Australia, Brazil, Colombia and Mexico. In order to raise awareness and promote the anniversary on social media, the UN created a branded emoji for the hashtags #WeAreIndigenous and #IndigenousDay, that will be live from 8 August to 15 September on Twitter.

Horyou is the Social Network for Social Good, which connects, supports and promotes social initiatives, entrepreneurs, and citizens who help the implementation of the Sustainable Development Goals to build a more harmonious and inclusive world. We invite you to Be the Change, Be Horyou!

Le Forum de l’Innovation Sociale et de l’Éthique globale abordera l’énergie du futur, les villes intelligentes et les SDG, et conduira une délégation officielle à l’EXPO 2017 Astana

SIGEF 2017 will take place in Astana, Kazakhstan
La 4ème edition du SIGEF aura lieu à Astana, au Kazakhstan

Horyou, le réseau social por le social good, annonce la 4ème edition du SIGEF, Forum de l’Innovation Sociale et de l’Étique Globale. Cet événement désormais mondialement reconnu, aura lieu le 5 septembre 2017, au Président Astana de Rixos, à Astana, au Kazakhstan. Il sera suivi d’une visite d’une délégation oficielle à EXPO 2017 les 6 et 7 septembre. Animé par une équipe de conférenciers internationaux, de panélistes et de modérateurs, le SIGEF débattra de trois questions cruciales, à savoir les villes intelligentes, les objectifs de développement durable de l’ONU (SDG) et l’énergie du futur. «Avec le SIGEF, Horyou s’est engagé à exhorter les parties prenantes à se rassembler pour interagir et établir des partenariats en vue de construire de meilleures perspectives d’avenir. Le SIGEF réunira des entrepreneurs sociaux, des investisseurs d’impact et des philanthropes, au côté d’officiels et de représentants de la société civile afin de diffuser le message que nous pouvons tous devenir artisans du changement », commente Yonathan Parienti, fondateur et PDG d’Horyou.

L’année dernière, le SIGEF a été le principal événement parallèle officiel de la COP22, à Marrakech, au Maroc. Etalé sur trois jours, le forum a été suivi sur place par un public international de 2500 personnes, offrant un espace d’exposition à des ONG du monde entier, produisant des performance artistiques, organisant un dîner de la Fondation Horyou et présentant un prix pour les meilleurs projets d’impact social. C’était le premier SIGEF organisé hors d’Europe et en Afrique.

Cette année, Horyou affermit sa présence et sa notoriété mondiales en organisant le premier SIGEF en Asie centrale, avec un agenda profondément ancré dans l’avenir de nos sociétés interconnectées. À l’ouverture et à la clôture de la journée, les participants au SIGEF auront l’occasion, lors d’une séance de réseautage spécialement organisée, de rencontrer quelques représentants majeurs de l’entrepreneuriat social, au côté de chefs d’entreprises, de bailleurs de fonds et d’officiels.

Les 6 et 7 septembre, Horyou et l’équipe du SIGEF accompagneront une délégation officielle pour visiter les pavillons de l’EXPO 2017 Astana, le plus grand rassemblement sur l’énergie du futur de cette année. «Nous sommes ravis de faire en sorte que nos délégations internationales au SIGEF se connectent avec des participants de tous les continents présents à l’EXPO 2017 Astana pour établir des ponts de collaboration et favoriser des solutions durables qui profiteront à nos sociétés», explique encore M. Parienti.

Information sur www.sigef2017.com

A propos de Horyou

Horyou est le réseau social pour le social good. A travers une sensibilisation à la technologie, à l’innovation et à l’entrepreneuriat social, Horyou favorise des interactions impactantes et globales entre ses organisations adhérentes, ses membres et des personnalités membres. Sur sa plate-forme, ainsi qu’avec son application mobile et Spotlight, la première monnaie sociale mondiale d’impact, Horyou contribue à transformer les idées positives en actions concrètes, tout en stimulant des connexions constructives en ligne et hors ligne.

L’application mobile Horyou est disponible pour téléchargement gratuit sous iOS et Android.

Pour plus d’information, visitez www.horyou.com

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