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Breast Cancer Awareness Ribbons
Breast Cancer Awareness Ribbons

October is the month of breast cancer awareness. According to the World Health Organization, breast cancer is the most common cancer in women both in the developed and less developed world. However, due to the lack of early detection or resources to treat the disease, 58% of deaths caused by breast cancer occur in poorer countries.

For this reason, many cancer organizations and national health offices join forces to spread the word about the disease. At least one third of cancer causes are preventable – it is the most cost-effective and long-term strategy for the control of cancer. Even with few resources, women can detect lumps, swelling or painful parts or rashes trough self exams. They are all attention signs that should require further exams.

Besides raising awareness and spreading the word about breast cancer prevention, you can support the Pink October Campaign by funding or volunteering in one of the many organizations that support cancer research, alleviation and treatment. Our Horyou community gathers some of them – click on the links and discover more about their work!

You can participate in social events in your city, such as bike rides and runs, which help to bring attention to the cause, or even talk to women in your entourage to be sure they will take care of their health. Act for breast cancer awareness!

Want to help?

Here are some Horyou members who support or are engaged in the cause, and join the campaign.

Fundação Laço Rosa https://www.horyou.com/org/fundacao-laco-rosa

Keep a breast https://www.horyou.com/organization/keep-a-breast

Campanha de combate ao câncer de Araçatuba https://www.horyou.com/organization/campanha-de-combate-ao-cancer-de-aracatuba

The Herts Milk Bank https://www.horyou.com/org/the-hertfordshire-milk-bank-cic

IBRAPPER https://www.horyou.com/org/instituto-brasileiro-de-apoio-e-pesquisas-a-pacientes-oncologicos-em-reflexologias

Voluntários reunidos para a realização do Fórum Mundial da Paz
Voluntários reunidos para a realização do Fórum Mundial da Paz

O Fórum Mundial da Paz, evento sem fins lucrativos que tem como objetivo partilhar conhecimentos, iniciativas e ações voltadas à promoção da paz, será realizado pela primeira vez na América. Após ser sediado em centros mundiais como Schengen, em Luxemburgo, Cairo, no Egito e Pearl, na Alemanha, a cidade brasileira de Florianópolis foi a escolhida para receber os mais de 2 mil participantes da edição de 2016.

Essa é a décima edição do evento, que será realizado entre os dias 22 e 25 de setembro no Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira. O tema We Believe – Nós Acreditamos permeará todas as atividades, que contemplarão um dia dedicado à Ecologia (We Believe in Changes, em 23 de setembro), à Humanidade (We Believe in Rights, em 24 de setembro) e no Dia da Educação para a Paz (We Believe in Peace, em 25 de setembro).

“A opção pelo Brasil faz parte de uma estratégia internacional de realizar o fórum nas Américas, porque o conceito da educação para a paz deve ser construído em toda parte e a ideia precisava de um local mais permeável a essa nova cultura”, relata a filósofa Dulce Magalhães, presidente do X Fórum Mundial da Paz. O evento brasileiro é uma parceria entre a Schengen Peace Foundation, realizadora mundial do Fórum da Paz, e à Unipaz, organizadora local do evento, para concentrar diversas ações e mobilizações internacionais a partir do Brasil.

De acordo com a organização, estão confirmadas delegações dos Estados Unidos, Serra Leoa, Jordânia, Espanha, Itália, Romênia, Líbia, Egito, Marrocos, Portugal, Congo, Palestina, Equador e México, formadas principalmente por jovens. No total, o encontro global deve ter representantes de 60 países. “É o momento para conhecer e reconhecer quem mais está buscando um estado pacífico no mundo. É um fórum para partilhar saberes, trocar soluções e experiências. Mais que isso, é uma importante concentração de pessoas unidas para revitalizar o desejo de paz e reacender os interesses e as ações em prol desse objetivo em comum”, detalha a presidente do Fórum.

O Fórum Mundial da Paz precisa de voluntários para atuar no evento – comunicadores, tradutores, recepcionistas e profissionais de segurança, cerimonial e apoio médico. Por princípio, o Fórum não aceita patrocínios ou apoios empresariais.

Múltiplos encontros

O Fórum Mundial da Paz será constituído de três eventos. Além do Fórum propriamente dito, haverá o Festival Mundial da Paz, uma atividade global que reunirá manifestações pela paz feitas por crianças e jovens de 118 países no Dia Internacional da Paz, 21 de setembro, das 11h às 12h. Essas atividades serão transmitidas pela Unity, a rede difusora de comunicação virtual das Nações Unidas.

Haverá um espaço para os jovens no local do evento. O Youth World Peace Forum terá encontros e atividades voltadas a esse público nos dias 23 e 24 de setembro. No dia 23, a programação também contempla uma conexão simultânea de duas horas feita com centenas de jovens dos cinco continentes. Na abertura e no encerramento do Fórum, 22 e 25 de setembro, as atividades serão conjuntas.

A conferência de encerramento será realizada pela ONU. A participação irá culminar com a entrega da Proposta 1% para a Paz, elaborada pela Rede Paz de Buenos Aires. “A ideia é que 1% do orçamento dedicado à segurança e ao combate à violência de cada País seja destinado a ações de educação pela Paz. No ano seguinte, os resultados serão avaliados e se houver melhora, o compromisso é investir 1% a mais. Assim, ao longo dos anos, a intenção é inverter a lógica e investir mais em educação para a paz que em combate à violência”, resume a presidente do X Fórum Mundial da Paz.

As inscrições devem ser feitas pelo site forummundialdapaz.org e incluem a participação em todas as atividades, além de oito refeições, ao longo dos quatro dias do evento. Interessados em apresentar projetos ou experiências e em aderir ao Fórum Mundial da Paz como voluntário também podem entrar em contato pelo telefone +55 (48) 3047-7600 ou pelo email: contato@worldpeaceforum.org.

En 2016, le festival a 16 concerts et plusieurs animations
En 2016, le festival a 16 concerts et plusieurs animations

L’été est la saison de la musique, des arts de rue et des festivals en Europe. Dans le canton de Vaud, en Suisse, L’Association Lombric, à but non lucratif, a crée un événement différent pour la belle saison : depuis 14 ans, le Festival du Lombric porte un regard sensible aux problématiques environnementales et au dynamisme économique de la région.

Dans sa 11ème édition, le Festival est organisé sur le site de Giez par un groupe d’amis. Soucieux de leur environnement mi-campagne, mi-ville, ils ont voulu apporter une animation qui mettrait en lien des acteurs locaux avec des thèmes qu’ils souhaitaient partager. Le festival compte avec la collaboration des bénévoles et avec les dons et prêts de la communauté locale. Les restaurateurs participants sont locaux et même les bières qui sont servies dans le festival sont faites par les brasseurs artisans de la région. La nourriture est majoritairement bio et chacun peut y trouver son compte (vegan, sans lactose, sans gluten…)

Le festival est organisé dans le site de Giez, dans le Nord-Vaudois
Le festival est organisé dans le site de Giez, dans le Nord-Vaudois

Un des fondateurs du festival, Renaud Jaquet, parle de la motivation durable de L’Association: “Nous parlons beaucoup de l’impact de nos activités et projets sur l’environnement de nos jours. Le Lombric rentre de toute évidence dans cet esprit. Toutefois, quand les premiers rêves de nos jeunes motivés ont émergé, la question n’était pas encore d’actualité. C’est plus le besoin de faire un événement durable avec peu de moyens, beaucoup d’envie et de bons principes, qui a fait que le festival a une étiquette écologique et durable”, a-t-il révélé. Cette année, par exemple, les organisateurs font un appel aux participants pour utiliser les transports publics et navettes mis gratuitement à disposition des festivaliers.

Les enfants font des ateliers et balades dans le festival
Les enfants font des ateliers et balades dans le festival

Renaud Jaquet raconte qu’il y a toujours eu un jour réservé aux enfants et à leurs familles. Cela avait lieu le dimanche après le petit déjeuner offert, sachant que le soir même il n’y avait pas de concert. “De plus, le site en bordure de forêt et d’une taille raisonnable, offre une liberté aux enfants de parcourir le site sans danger”.

Le Festival de Lombric a lieu les 12 et 13 août en Giez, Vaud, avec 16 concerts et plusieurs animations, ateliers et balades. Le prix adulte est 10 CHF, mais l’entrée est gratuite le samedi jusqu’à 18h. L’organisation espère entre 600 et 800 personnes. “La fête s’annonce belle et on se réjouit de démarrer cette belle édition”, affirme Renaud Jaquet.

Écrit par Vívian Soares

Uma das Fundadoras da Rede Feminina, Dona Dalva Lemos e a líder das voluntárias Luciana Gasparini Ribeiro
Uma das Fundadoras da Rede Feminina, Dona Dalva Lemos e a líder das voluntárias Luciana Gasparini Ribeiro

O tratamento do câncer não é feito apenas com remédios e médicos. A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Araçatuba, em São Paulo, é uma prova de que o carinho e apoio humano também fazem parte do cuidado que os pacientes da doença precisam para se recuperar. Esta semana, o Horyou blog entrevista Luciana Gasparini Ribeiro, líder das voluntárias da Rede Feminina de Combate ao Câncer. Nesta conversa, ela conta sobre sua campanha de arrecadação de fundos e sobre os projetos da organização.

Bens foram leiloados para arrecadar fundos
Bens foram leiloados para arrecadar fundos

Quais são os projetos da Rede Feminina de Combate ao Câncer?

A Campanha de Combate ao Câncer de Araçatuba é uma instituição filantrópica que conta com o apoio de pessoas físicas e empresas, para ajudar pacientes em tratamento de câncer no Centro de Oncologia de Aracatuba. 
A Campanha, que já existe há mais de 50 anos, auxilia estes pacientes com medicação, alimentação, próteses, catéteres, e o que mais necessitarem para seu bem estar.
A entidade conta também com a renda obtida com eventos beneficentes e o principal deles é a Feijoada da Campanha. 


A X Feijoada da Campanha de Combate ao Câncer teve um resultado positivo?



A cada ano temos superado expectativas. Mas a décima edição foi realmente especial. A festa contou com a participação de 900 pessoas, 120 patrocinadores e colaboradores, e arrecadou uma quantia recorde.



As palavras chaves da Horyou são “Sonhar, Inspirar e Agir “.Conte para nós de onde sua inspiração veio e o que fez vocês tomarem uma atitude?



Por ser uma entidade que perdura há tanto tempo, estamos na terceira geração de voluntarias. Posso dizer que as que nos antecederam são grande fonte de inspiração. Sinto que geramos uma corrente do bem e esta corrente sempre atrai pessoas novas e abençoadas para somar. 



Horyou esteve presente no evento
Horyou esteve presente no evento

Horyou apoia as pessoas agindo em seus sonhos, qual é o sonho de vocês e o objetivo final?



Nosso sonho é sempre poder estender a mão e ajudar quem enfrenta esta doença tão difícil. O objetivo final? Quem sabe poder ajudar mais intensamente nas áreas de prevenção e tratamento como nos grandes centros de oncologia.



Você pode compartilhar uma mensagem com a comunidade Horyou?



Quando fazemos algo de bom, não importa o tamanho de sua ação, uma semente de amor é plantada e com certeza vc e as pessoas ao seu redor colherão os frutos.Em nome da Rede Feminina de Combate ao Câncer agradeço muito seu prestígio ao nosso evento e por nos permitir fazer parte da Horyou.

Por Claudio Rahal

La primera agencia de fotografos con discapacidad intelectual, “Nos, Why Not?” (NwnPhoto) es un miembro activo de nuestra plataforma Horyou. Mezclando activismo, inclusión social y empoderamiento de sus participantes, el colectivo ha cambiado la vida de muchos fotografos que ganaron visibilidad, perspectivas de trabajo y propósito de vida, además de estimular el debate sobre el arte y la creatividad. Hablamos con su fundador, Felipe Alonso, que hace una reflexión acerca del rol social de la fotografía y comparte sus planes para el futuro del proyecto.

Fotografía de G Trillo
Fotografía de G Trillo

1. ¿Cómo nació la idea de Nos, Why Not?

Hoy en día las personas con discapacidad intelectual siguen discriminadas y excluidas de la sociedad. Esto sucede en el mundo, además hay zonas donde su situación la podemos definir como dramática. Dos de los principales problemas que tiene este colectivo es su empoderamiento y su visibilidad. Para ayudar a solucionar esta situación, la fotografía es genial! Otorga a la persona con discapacidad intelectual el protagonismo y una visibilidad positiva. Si a todo esto, le sumamos la utilización de las redes sociales, con un espíritu de compartir y colaborar, el grupo o el colectivo, adquiere una fuerza considerable.

Los beneficios de la fotografía en las personas con discapacidad intelectual son muy importantes, además del empoderamiento y de la visibilidad, la fotografía les aporta creatividad, les acerca a la cultura, amplía su círculo social, tienen motivación… los cambios que han experimentado, en algunos casos, les ha cambiado la vida. Por todo ello nació NwnPhoto como la primera agencia de fotógrafos con discapacidad intelectual. Formamos en la fotografía a las personas con discapacidad intelectual y creamos o buscamos las condiciones necesarias para que la puedan ejercer. Pensamos en una red internacional de fotógrafos con discapacidad, y un site en la red (plataforma, ecosistema, …) que sea un punto de encuentro entre dichos fotógrafos y la sociedad. Un lugar donde exista una inspiración para que, por una parte, empresas, organismos, ong´s, diseñadores.. y, por la otra parte los fotógrafos con discapacidad,puedan crear lazos de colaboración y obtener un valor para toda la sociedad. Este site será el primer banco de imágenes de fotógrafos con discapacidad.

Fotografía de Dani Bella Ferrol
Fotografía de Dani Bella Ferrol

2. ¿En qué países actúan y cuáles son sus principales proyectos?

Empezamos nuestra actividad en España, donde estamos en 4 ciudades de Galicia (A Coruña, Santiago de Compostela, Narón-Ferrol, y Nigrán-Vigo), Madrid y en Barcelona y alrededores (Sabadell y Terrassa). Cada centro es independiente, colaboramos con asociaciones de personas con discapacidad, y buscamos la realización de trabajos fotográficos, siendo por el momento, nuestra única fuente de ingresos. En la construcción de nuestra red de fotógrafos, colaboramos con entidades de varios países como Noruega, Nueva York y Buenos Aires y estamos en negociaciones para un proyecto europeo para la realización de una formación para fotógrafos con discapacidad intelectual, y la creación de una red. En caso de ser aprobado, estaríamos en dicho proyecto los siguientes países: Italia, Eslovenia, Letonia, Finlandia, Holanda, Escocia, Portugal y España… sería genial!

Nuestros principales proyectos están alrededor de tres puntos básicos: la red de fotógrafos, nuestro banco de imágenes, y la consolidación de los fotógrafos existentes. Para la red de fotógrafos trabajamos para que se unan fotógrafos con discapacidad de países de gran importancia para nosotros, como Francia. Para nuestro banco de imágenes, trabajamos con los aspectos técnicos, y elaboramos el desarrollo de clientes, hablando con varios ejemplos de ellos para que nos expliquen sus preferencias y sus necesidades con el fin de crear el banco de imágenes que ofrezca el mejor servicio para ellos. Para consolidar nuestros fotógrafos, hacemos trabajos fotográficos y reportajes que han de culminar con una gran exposición. Empezamos a formar a nuestros fotógrafos en el manejo de las redes y el teléfono móbil. También investigamos y analizamos nuevos productos y performances para ofrecer a la sociedad. Entre los productos figura la Guía de la Catedral de Santiago de Compostela, una guía magnífica cuyos contenidos fueron realizados por personas con autismo y nuestros fotógrafos, para hacer de las visitas a la Catedral una experiencia cómoda, cultural y divertida para las personas con discapacidad. Sabemos que los productos realizados por nuestros fotógrafos han de sorprender a la sociedad por su calidad y por su aportación de valor, es decir utilidad. Tenemos una lista de productos y servicios para ir incorporando a nuestra oferta.

Fotografía de Manolo Fabeiro
Fotografía de Manolo Fabeiro

3. La organización tiene una fuerte característica de inclusión de personas con discapacidades y también de reflexión acerca del arte. ¿Cuáles son los desafíos de su proyecto?

En NwnPhoto buscamos la inclusión de todas las personas con discapacidad intelectual, y algunas de ellas tienen otras discapacidades, por ejemplo la visual. Al principio, Eloy, una persona que además es ciega, quería hacer fotografía. Nos informamos y estudiamos las técnicas que emplean los fotógrafos invidentes. Eloy hace fotografía, y se compró una cámara. También hacen fotografía Rober y Rosa. El caso de Rosa es especial ya que es la única que es ciega de nacimiento, nunca ha visto los colores. Para que Rosa pueda “sentir” los colores, utilizamos las emociones a través de la música. Un ejemplo: cuando vemos el color blanco, pensamos en paz, en tranquilidad, que es lo mismo cuando oímos “Imagine” de John Lennon; cuando vemos el color rojo, vemos pasión, fuerza, lo mismo que sentimos cuando oímos las canciones de Ac/Dc. De esta manera Rosa ha aprendido a sentir los colores. Ahora tiene más curiosidad por el mundo, por el color de la comida, sabe que el café con leche no es una bebida de dos colores, y una cosa muy importante, ahora es ella quien compra y elige cada día la ropa que lleva.

Las personas con discapacidad intelectual tienen una vida muy monótona, donde hacen trabajos manuales, repetitivos, y con un círculo social muy pequeño. El arte para nosotros es muy importante ya que trabajamos con la creatividad, y la cultura. El arte es una gran ventana abierta donde ellos ven cosas nuevas e inimaginables, sobre todo con el arte contemporáneo.

Fotografía de Guillermo Trillo Huelva
Fotografía de Guillermo Trillo Huelva

Nuestros desafíos actuales son los de ser un proyecto rentable, sostenible y creador de recursos. Para ello creamos una estructura flexible, sin gastos fijos ni burocracia, que permita focalizar los recursos en lo importante, la discriminación de las personas con discapacidad intelectual. Estudiamos la posible colaboración con partners o la financiación alternativa para acelerar nuestra expansión e implantación del proyecto. Además tenemos el objectivo de cambiar la mentalidad de la sociedad, generando impacto, a nivel global sobre las habilidades de las personas con discapacidad. Garantizamos la calidad profesional de los trabajos de los fotógrafos de NwnPhoto, y creamos performances, nuevos productos y servicios que den valor y sorprendan a la sociedad. Queremos hacer llegar nuestro proyecto a zonas donde ser persona con discapacidad intelectual es aún más difícil. Zonas alejadas de núcleos urbanos, zonas con otras creencias sobre la discapacidad, son lugares donde queremos establecer fotógrafos de NwnPhoto, empoderando de esta manera a las personas con discapacidad.

Fotografía de Eva Rafa
Fotografía de Eva Rafa

4. Cuántas personas participan del proyecto? Puede compartir una o más histórias personales de superación de algunas de ellas?

En España formamos a más de 100 personas con discapacidad intelectual, y trabajamos 14 personas, seis son fotoperiodistas, tres estudiantes de comunicación audiovisual, una arteterapeuta… el resto, son grandes aficionados a la fotografía. La fotografía ha cambiado a nuestros fotógrafos con discapacidad. Todos ellos son más creativos, más proactivos, algunos tienen sus proyectos, y otros ahora aprovechan los fines de semana para hacer sus paseos fotográficos por la ciudad (antes se quedaban en su casa, sin apenas actividad), o acuden a conciertos para fotografiarlos, como hace Paco en Madrid. Hay dos casos entre nuestros fotógrafos que han experimentado cambios increíbles. Uno de ellos es Rosa, una de nuestras fotógrafas ciegas de la que hemos hablado. Además de todos los cambios experimentados, ha descubierto cosas del mundo que no sabía, por ejemplo las sombras, y los reflejos del cielo en los charcos de agua (ver fotografía). Ahora ella hace su propio proyecto y enseña en talleres de colegios y universidad, explicando su experiencia y como realizan fotografía las personas ciegas.

Fotografía de Rosa Areosa
Fotografía de Rosa Areosa

Otro caso muy conocido es el de Vicente. Vicente tenía 55 años cuando empezó a estudiar fotografía. Era una persona sin inquietudes, sin motivación, miedosa, tímida… Él vivía en un piso tutelado de la ciudad de A Coruña, trabaja en su asociación haciendo carpetas y otros trabajos manuales, y el fin de semana viajaba a su casa a 100 kms, para estar todo el día sentado en un sillón. Nunca había viajado fuera de Galicia, y no tenía ningún proyecto de vida. Desde que ha estudiado fotografía, su vida ha cambiado, sonríe, quiere hacer cosas, tiene proyectos. Ahora Vicente visita exposiciones, en una de ellas, del fotógrafo Christian Voigt, él se sentó en un sofá y estuvo contemplando las fotografías de la exposición durante un largo tiempo. Vicente ha sido el fotógrafo de NwnPhoto que ha viajado a Nord-Odal (Noruega) para presentar nuestro proyecto. Es una experiencia que nunca olvidará. La fotografía le ha aportado protagonismo, autoconfianza, actividad creativa, disfrutar de sus paseos viendo paisajes que antes no miraba, también le interesa la cultura. Ha realizado un trabajo donde medita sobre su vida, a través de sus fotografías y la poesía…por primera vez, él ha trabajado con la poesía. Vicente ahora está pensando en comprarse un teléfono móvil para llevar siempre una cámara en el bolsillo, y tener acceso a las redes sociales… quiere estar en contacto con sus amigos de Moro Foto (el grupo de fotógrafos de Noruega). Vicente está realizando junto a otros compañeros, un reportaje sobre “Galicia y los gallegos” y tiene un papel destacado en el reportaje que hacemos con Moro Foto sobre las poblaciones de Sada y Nord-Odal.

Vicente tenía 55 años cuando empezó a estudiar fotografía.
Vicente tenía 55 años cuando empezó a
estudiar fotografía.

5. ¿Cuáles son los principales objectivos de Nos, Why Not para 2016?

Realizar el primer banco de imágenes de fotógrafos con discapacidad, que se encuentra en fase desarrollo, empezar la formación fuera de las asociaciones, facilitando la enseñanza de la fotografía a las personas con discapacidad y crear una red de fotógrafos con discapacidad intelectual en Europa. Iniciar en España un servicio de creación de Guías de recorridos de interés turístico o de patrimonio, realizadas por y para personas con discapacidad intelectual, que beneficie a toda la sociedad. La primera será la Guía de la Catedral de Santiago de Compostela. Hemos ofrecido realizar una guía similar de una ciudad muy importante de España, que en estos momentos está estudiando el ayuntamiento de dicha ciudad.

Fotografía de Jose Martinez
Fotografía de Jose Martinez

6. Horyou es una red social que tiene como filosofía Soñar, Inspirar y Actuar. ¿Qué significan estas palabras para usted?

Tal vez sea la pregunta más difícil… lo más bonito de soñar, es cuando ves que poco a poco se van realizando los sueños. En el inicio del proyecto, cuando hablaba de la inclusión, de que es posible que una persona con discapacidad de Noruega pueda ser activa y divertirse con la fotografía, que una persona de una zona subdesarrollada pueda pueda tener un protagonismo ayudando a su familia con la fotografía, que todos juntos pueden realizar grandes reportajes y obtener recursos con ellos…. todos me decían que estaba loco. Pero, cuando iniciamos nuestra andadura, empieza la prensa a interesarse por el proyecto, se empiezan a unir asociaciones de diferentes poblaciones, nos invitan a Noruega para presentar el proyecto, también a Perugia (Italia) para hablar en PhotoFest, el congreso más importante de fototerapeutas. Cuando NwnPhoto aparece en un blog de Estados Unidos como uno de los mejores proyectos para empoderar y dar voz a los colectivos marginados o últimamente en el directorio disability arts del British Council es cuando te das cuenta que lo que soñabas se puede conseguir. Podemos cambiar un poco el mundo, hacer que cuando una persona con discapacidad intelectual quiera hacer algo, en nuestro caso la fotografía, para buscar su felicidad, no tenga barreras. Que si una persona con discapacidad de, por ejemplo, Siberia… quiere hacer fotografía, su entorno sepa que todo el mundo lo está haciendo, que no hay ningún problema en ello, y además entrará en un ecosistema, o una plataforma donde podrá hacer exposiciones y vender sus fotografías, que podrá hablar con otras personas con sus mismos problemas e inquietudes, en resumen que no estará sola y tendrá una ventana abierta al mundo… para mí esto es la inspiración, un lugar donde mirando a mi alrededor las ideas acudan a mi y me permita llevarlas a cabo.

Hago un llamamiento a los fotógrafos profesionales para que apoyen a sus vecinos con discapacidad intelectual, a las empresas para que valoren la fotografía social, a los organismos públicos para que piensen en las posibilidades que tienen para dar visibilidad a las personas con discapacidad… hay mucho por hacer, tenemos que lograr que la discapacidad esté en la mente de todos, y de esta manera la inclusión será más fácil. Un ejemplo actual: el nuevo juego de los Pokemon, yo lo desconozco pero estoy seguro que no hay ningún Pokemon con silla de ruedas que podría ser más rápido que los demás y más difícil de cazar, o un Pokemon ciego que apareciera en la oscuridad total… pequeños cambios que cada uno puede hacer y todos son muy importantes. Para mi, eso es actuar!

Por Vívian Soares

Centre de récupération et de formation des enfants orphelins en RD Congo
Centre de récupération et de formation des enfants orphelins en RD Congo

L’Union des jeunes pour le développement du pays des Grands Lacs est une association de développement à but non lucratif basée au Congo.

L’idée de la création de l’UJDPGL est venue suite à la mauvaise politique frontalière des pays dans la région des Grands Lacs africains qui générait le chômage et la pauvreté des jeunes, incitant la jeunesse à la haine, au tribalisme et à la séparation, au détriment de la paix, la coopération, le développement durable et la stabilité.

L’association UJDPGL a pour rayon d’action la région des Grands Lacs africains en particulier en République démocratique du Congo, actuellement dans les huit territoires et la ville de Bukavu qui composent la province du Sud-Kivu. L’association travaille pour la promotion de la paix, des droits humain, de l’éducation, de la santé et la sécurité, en développant des projets alimentaires, d´environnement, de l’emploi, de l’entrepreneuriat, des arts et loisirs. Sa vision est de pouvoir offrir à la jeunesse des pays de la CIRGL un espace de réflexion et de concertation pour un changement positif et un développement durable, et pour promouvoir une société équitable.

Pouvez-vous nous en dire un peu plus sur vos activités?

Les activités de l’UJDPGL ciblent au premier plan les jeunes. L’UJDPGL vient aussi au secours des personnes défavorisées, notamment les orphelins, les veufs, les handicapés, le troisième âge, les enfants, les déplacées internes, les refugiés, les femmes victimes de viol et violences.

Pouvez-vous nous en dire en peu plus sur la sensibilisation de la jeunesse?

La sensibilisation des jeunes au sein de l’UJDPGL porte dans la plupart des cas sur les préoccupations du moment qui risquent de mettre en doute le présent et compromettre l’avenir de tout un peuple.

Avez-vous un projet que vous espérez mettre en place prochainement et dont vous souhaiteriez nous parler?

Le projet que nous espérons mettre en œuvre prochainement sera à deux volets : le premier portera sur l’éducation des jeunes sur la citoyenneté, le civisme, les élections et la démocratie. Le deuxième portera sur la création des centres d’apprentissage des métiers et d’insertion socio-économique des jeunes.

Marche pacifique des jeunes à Bukavu, samedi le 28 mai 2016, pour revendiquer le respect de la constitution de la République Démocratique du Congo
Marche pacifique des jeunes à Bukavu, samedi le 28 mai 2016, pour revendiquer le respect de la constitution de la République Démocratique du Congo

Que pensez-vous d’Horyou et de sa communauté dont vous êtes un membre actif ? Qu’est ce que la plateforme vous apporte dans le cadre de votre action?

Dans le cadre de nos actions Horyou et sa communauté nous accompagnent pour la visibilité de notre organisation et le partage des informations avec d’autres membres.

La philosophie d’Horyou s’articule autour de valeurs universelles que nous retrouvons dans le slogan « Dream, Inspire, Act ». Qu’est ce que ces 3 mots évoquent pour vous et votre organisation?

Le slogan « Dream, Inspire, Act » nous enseigne que nos actions doivent être inspirées par nos rêves. Autrement dit, nous devons agir selon l’inspiration de nos rêves.

Si vous pouviez partager un message avec l’ensemble des membres de la communauté Horyou, quel serait-il?

Paix, démocratie, environnement, développement durable, opportunités, soutien aux jeunes.

Écrit par Edriana Oliveira Major

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