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Educação ambiental
Equipe Ser Sustentável.

Silvana Grandi é presidente e fundadora da OSCIP SER Sustentável. Por entender que Sustentabilidade é sinônimo de missão integral, Silvana está fortemente engajada com um projeto que visa trabalhar, simultaneamente, cidadania e meio ambiente com foco em pessoas com dependência química e suas famílias, idosos e pessoas com necessidades especiais. Em junho de 2013, Silvana fundou a SER Sustentável – Capacitação, Convivência e Reintegração Social com o objetivo de cuidar e promover o desenvolvimento humano dessas pessoas marginalizadas da sociedade. O projeto visa trabalhar de forma interdisciplinar, promover a reintegração de família e dar acompanhamento contínuo após a sua recuperação. A organização também busca ser um centro de referência sustentável, inspirando pessoas e organizações que trabalham com este segmento da sociedade de forma humanizada. Em 2015, ela viajou para Rimini – Itália para vivenciar o projeto San Patrignano, premiado pela ONU, que é interdisciplinar e de grande impacto social, e a inspirou a adaptar o modelo no Brasil.

SER-logo
Capacitação, Convivência e Reintegração Social.

O trabalho da Ser Sustentável consiste em fiscalizar, humanizar e promover ações multidisciplinares em comunidades terapêuticas e clínicas para pessoas com a dependência do álcool e outras drogas. Atualmente faltam espaços que promovam a efetiva recuperação destas pessoas. “Queremos também reinseri-los na sociedade com geração de trabalho e renda, utilizando oficinas e projetos sustentáveis de recuperação.”



Em 2015, a Ser Sustentável realizou parcerias com comunidades terapêuticas para formar empreendedores, promoveu eventos e conferências sobre drogas e recuperação humanizada e realizou cursos de laborterapia para dependentes químicos como: plantio de alimentos orgânicos, reciclagem, minhocário e adubos orgânicos. A organização também criou um coral de pessoas com dependência química, provando que a música é uma grande ferramenta de apoio para a recuperação dessas pessoas.

A Ser Sustentável participou de eventos internacionais como:

Suíça: SIGEF 2014, onde vivenciaram momentos importantes através da plataforma Horyou.

Costa Rica: A organização conheceu de perto o projeto realizando pela Fundação Gênesis, onde em um mesmo local é possível recuperar dependentes químicos, cuidar da pessoa idosa, ter uma escola infantil, atendimento médico para pessoas com câncer e terapias ocupacionais para crianças portadoras de deficiência intelectual.

Itália: A equipe conheceu o espaço San Patrignano, premiado pela ONU. Este espaço já recuperou milhares de pessoas com a dependência do álcool e outras drogas.

A Ser Sustentável tem um projeto especial para breve, que é buscar um espaço grande para implementação do projeto de reinserção social para pessoas com dependência química, idosos e pessoas com necessidades especiais, utilizando o modelo San Patrignano adaptado ao Brasil. A partir deste espaço de referência, a organização pretende adotar um sistema de franquias de espaços similares para que projetos sociais não percam a visão de qualidade e humanização que devam possuir. O projeto está em fase de implantação e a organização precisa de parceiros.

Silvania Grandi: “A Horyou, além de ser uma plataforma rica em informações e em organizações sérias, também influencia o mundo a buscar continuamente novos olhares, projetos inovadores e contatos com pessoas experientes fazendo com que cada membro agregue valor em seu projeto. Nos deu a oportunidade de conhecer novas culturas e nos impulsiona o tempo todo a não desistir. São importantes motivadores e mobilizadores de ações sociais.”

Conheça o perfil da Ser Sustentável aqui.

Por Edriana Oliveira Major

«Healthy Choices for a Better Future II » training organized by the Women Wellness and Empowerment organization.
“Healthy Choices for a Better Future II” training organized by the Women Wellness and Empowerment organization.

Each day we see the wonderful work of our Members, Personalities and Organizations on the Horyou platform. They are always Ready to Act! This week, we highlight the work and actions of great Organizations from Kenya, Brazil and France.

Organization: Women Wellness and Empowerment
Location: Kenya

“Healthy Choices for a better future” training has started !

Women Wellness and Empowerment organization works with the Kenya Ministry of Health(MoH) and partners in order to implement a project addressing sexual and reproductive health needs. The organisation also tries to promote a change of behaviour among young adolescents, young women and their children. Their training “Healthy Choices for a Better Future II” for members took place from the 22th of February until the 26th. It is also the occasion to engage with the community about sensitive thematics such as sexual gender based violence. Discover this action post here.

Par Laurie Martin

O bloco infantil Muriçoquinhas que arrasta milhares de foliões
O bloco infantil Muriçoquinhas que arrasta milhares de foliões.

Organização: Casa Pequeno Davi
Localização: Brasil

Carnaval contra a exploração

A Casa Pequeno Davi é uma organização da sociedade civil sem fins econômicos que desenvolve atividades educacionais com crianças e adolescentes do Bairro Roger e adjacências do Terminal Rodoviário em João Pessoa Brasil. A Casa Pequeno Davi fez uma linda ação durante o carnaval. O bloco infantil Muriçoquinhas que arrasta milhares de foliões todos os anos do carnaval de João Pessoa tornou-se espaço de mobilização da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente para alertar às pessoas sobre a necessidade de estarmos atentos aos abusos e violências que aumentam significativamente neste período. Saiba mais aqui.

Por Edriana Oliveira Major

Devenez un Benevole at Home et aidez les plus nécessiteux
Devenez un Benevole at Home et aidez les plus nécessiteux.

Organisation: Benevole At Home
Lieu: France

Devenez un ange gardien!

L’ONG Benevole At Home, qui se décrit comme le « Tinder de l’humanitaire » propose une application permettant à des centaines de bénévoles d’offrir des produits de première nécessité à des personnes dans des situations précaires, associations ou services sociaux. Vous aussi vous pouvez devenir un de ces anges gardiens en vous rendant sur www.benevoleathome.org ! En 3 mois, ce sont déjà plus de 600 bénévoles qui se sont inscrits dans une vingtaine de villes en France! Le mouvement prend de l’ampleur et des bénévoles se sont aussi inscrits en Suisse, Belgique, Allemagne ou encore Espagne. Découvrez cette action ici.

Par Laurie Martin

Educação ambiental
Educação ambiental

Criado em 2010 no Brasil, O Instituto Beija-Flor tem como objetivo executar programas e projetos de atendimentos a crianças e adolescentes e suas respectivas famílias. Eles têm como principal atividade educacional ensinar autonomia, responsabilidade e solidariedade.

Neste artigo você encontrará uma amostra das atividades e projetos do Instituto Beija-Flor.

1. Você pode nos contar brevemente sobre O Instituto Beija-Flor?

O Instituto Beija-Flor é uma associação beneficente com sede no município Colombo/ PR, constituída em 30/11/2010. Tem por objetivo institucional executar programas e projetos de atendimento às crianças e aos adolescentes e suas respectivas famílias em vulnerabilidade e risco social, com estímulos que promovam a inclusão sociocultural, evidenciando a ética, a paz, a cidadania, os direitos humanos, a democracia e os valores universais. Temos como princípio educacional ensinar autonomia, responsabilidade e solidariedade. Estas ações possuem caráter de utilidade púbica e são oferecidas gratuitamente.

2. Você poderia nos falar brevemente sobre as atividades que vocês realizam?

Nossas atividades são: Canto coral, Musicalização I e II, Visitas Culturais, Aulas de instrumentos individuais e coletivas, Atividades diárias, Cidadãos do Futuro – Inglês, Oficina pedagógica, Criança cidadã – Edificando Valores, Educação ambiental e Concerto didático.

3. Qual é o alcance dos projetos?

Todas as atividades que relacionamos acima são realizadas gratuitamente de segunda a sexta-feira, em contra turno escolar, na sede do IBF onde existem espaços próprios para leitura, musica, esporte, horta, estufa e refeitório que oferece três refeições diárias, para as 60 crianças atendidas diariamente.

Na sede do IBF onde existem espaços próprios para leitura.
Na sede do IBF onde existem espaços próprios para leitura.

4.Você poderia me falar de uma realização que teve uma importância particular para o Instituto nesses últimos anos?

No ultimo semestre de 2015, efetivamos a ação solidária o Projeto “Vale a pena ouvir de novo”! As crianças cantaram para alegrar os dias dos idosos asilados. Esta ideia foi premiada pela Disney. Concorremos com crianças de toda a América Latina e fomos as únicas do Paraná a ganhar este reconhecimento. No Brasil foram premiadas apenas 11 ideias que ajudam a transformar o mundo.

5. Você tem um projeto que deseja implementar em breve? Você poderia nos falar?

Sim. O problema que pretendemos abordar em 2016 é a violação de direitos ambientais a que as crianças são submetidas pelos adultos. Procuramos suscitar e difundir uma consciência de respeito e valorização do meio ambiente, para que quem sabe assim seja possível romper com a milenar destruição ambiental, que tem nos seres humanos adultos seus principais degradadores.

6. O que você pensa da Horyou e de sua comunidade na qual você é um membro ativo?

Estamos felizes por existir uma rede social voltada especificamente para disseminar o bem e por podermos fazer parte dela.

Aulas de instrumentos individuais
Aulas de instrumentos individuais

7.Nossa filosofia é baseada em valores universais que encontramos no slogan “Sonhar, Espirar e Agir” o que essas três palavras evocam a você e sua organização ?

Quem entra aqui no IBF encontra um grande cartaz com a seguinte frase que motiva a nossas crianças a sonhar: “Sonhar bem alto é quase um passo para levantar voo” Os sonhos nos deixam inspirados, mas agir e a melhor parte da história! é colocar os sonhos em pratica de tal forma que todos os dias procuramos seguir a missão que nos propomos: Contribuir para um mundo melhor!

8. Se você pudesse compartilhar uma mensagem com todos os membros da comunidade Horyou, qual seria?

Gostariamos de compartilhar com todos o princípio básico do bem fazer: “Não basta fazer o bem. É preciso fazê-lo bem.”

Para saber mais sobre as ações deles, visite a sua página Horyou o seu site Internet.

Por Edriana Oliveira Major

Action 1 - GalileoMobile2_copy

Each day we see the wonderful work of our Members, Personalities and Organizations on the Horyou platform. They are always Ready to Act! This week, we highlight the work and actions of great Organizations from Switzerland, Benin and Brazil.

Taking Astronomy to the World

Organization: GalileoMobile Location: Switzerland

The GalileoMobile is a non-profit organization. It is a science education initiative with the goal of bringing modern astronomy close to young people around the world. Created in 2009 with inspiration from the International Year of Astronomy 2009 it is currently run by astronomers, educators and science communicators. The initiative is six years old this year. This action post tells the story of its many inspiring achievements over the years, mainly in connecting people across South America. Discover this action post here.

By Amma Aburam

Action2 - L’Association Défis des Jeunes pour le Développement copy

Le Noel des enfants pour la paix

Organisation: L’Association Défis des Jeunes pour le Développement Lieu: Bénin

L’Association Défis des Jeunes pour le Développement a été créée dans le but de lutter contre la pauvreté et surtout de soutenir les jeunes dans l’accomplissement de leur devoir de pousser le Bénin vers l’avant. L’association répond aux besoins pour l’amélioration des conditions de vie dans l’économie, l’éducation, la culture, l’environnement et bien d’autres domaines. Leur action de cette semaine est en lien avec l’approche de la saison de Noël. Le Noël des enfants pour la paix en est sur sa cinquième Edition cette année. Le but de l’évènement est de créer un lieu de rencontre et d’animation pour les enfants et les jeunes qui n’ont pas la chance de fêter Noël comme ils le devraient. Découvrez et contribuez à cette action ici.

Par Amma Aburam

Action 3 Centro Social João da Costa -_copy

Reciclar e reutilizar são dois dos 5 R’s da Sustentabilidade

Organização: Centro Social João da Costa Localização: Brasil

O Centro Social João da Costa existe há mais de 40 anos no Brasil. A instituição busca favorecer a formação integral do indivíduo com o compromisso de garantir prioridades socioeducativas voltadas para a promoção dos direitos de cidadania às crianças, adolescentes, jovens e adultos da comunidade e adjacências. Uma das atividades do Centro Social Dom João Costa é a oficina de Puff, que tem o intuito de ajudar o meio ambiente, retirando da natureza seus agentes prejudiciais e ao mesmo tempo, levar alegria e conforto paras as famílias que utilizam o produto. Para saber mais clique aqui.

Por Edriana Oliveira Major

Rachel_Hutchisson

Rachel Hutchisson is a corporate responsibility & philanthropy guru. 24 years at Blackbaud led her to grow a passion and true talent for developing and implementing strategic philanthropy and corporate social responsibility in her company. Then she took all that knowledge and experience to create “Business doing Good”, a website she started in order to give advice to businesses that wanted to build a give back function. Rachel believes that “good is for everyone” and that the public discourse and mindsets are being changed thanks to the growth of social good campaigns, initiatives and talks by leaders in many industries. Horyou got to ask her key questions about her career, growing a sustainable business culture and how she sees the future.

Have you always wanted to be an advocate for Corporate Citizenship & Philanthropy? How did it come about?

When I joined the workforce with a master’s degree in journalism, I thought I was headed to a career in communications, perhaps for a college or a healthcare center (which is interesting because these are some of the kinds of organizations my company serves). I ended up meeting some interesting people from Blackbaud, a then 130-person technology company providing software to nonprofit organizations, and was offered a job which I thought would be an interesting challenge for a few years. Over the past 24 years, the company has grown tremendously, and I with it, taking on a series of newly formed roles and ultimately formally establishing our strategic philanthropy and corporate social responsibility function. I describe my role as working at the intersection of nonprofits and corporate good, which is especially meaningful for a company where we power the business of philanthropy through the solutions we offer. I walked in the door so many years ago not realizing the incredible power and reach of the philanthropic sector. Now, I look back realizing that my parents raised me to be a part of this world of social good, modeling volunteerism and compassion through their own work in the community, work that I didn’t realize could lead to a profession. Now, my life and my work are intertwined.

How did the idea for Business doing good come about and what is its purpose?

Business Doing Good, the website I launched on #GivingTuesday 2013 to offer advice to small businesses interested in building a give back function into their firms, was born out of my own experiences. When I took on the challenge of building the philanthropy and corporate social responsibility function at Blackbaud, I looked to the broader business world to learn the best practices. However, the examples and resources I found were mainly for very large corporates with operations around the world. So I pieced together my own plans and learned along the way. With a really good operation now in place, I thought it was important to give back by sharing insights and experience, making it easier for those who followed. It’s also important to know that I have a fundamental belief that “good is for everyone,” (individuals, nonprofits, government, small businesses or corporates). So I was seeking, by making the advice on the site clear and easy to understand, to empower anyone in business who wanted to give back.

What are your best/favorite success stories from creating and building give back programs?

My favorite success stories over the years are always about people, whether they are our employees who are engaging in the community or the people we are serving through our philanthropy. I am hugely proud of Camp Blackbaud, a STEM-focused camp where staff from our Products team introduce disadvantaged middle school kids to programming and careers in tech. They walk in the door thinking technology is something unreachable to them and leave saying they’ll be back to work for us after they graduate from college. That’s the goal, to help Charleston Promise Neighborhood (our nonprofit partner) open these kids’ eyes to education and the role it can play in changing their lives. The kids are great, smart, lively and so enthusiastic. Our people love leading the camp, especially how they can share their skills (programmers, usability designers, quality assurance, etc., not being skills nonprofits typically ask for in volunteers).

Camp Blackbaud
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What in your opinion are the three building blocks for a company to establish solid corporate citizenship and philanthropic practice?

1) Vocal CEO Support – Having vocal support from the very top of the company is essential to building a solid corporate social responsibility practice. There is absolutely nothing that compares to a CEO’s ability to make citizenship, service and giving a priority from a corporate level, across the management team and with individual employees. Your CEO needs to be your strongest advocate and be willing to open doors or ensure you are involved in the conversations where your work can truly make a difference.

2) Partnerships with key leaders in the company – corporate social responsibility teams are traditionally small but span across entire operations and locations. For this reason, you will need strong partnerships with people who understand how your collective work will deepen their success. Key leaders should include those leading talent acquisition, HR, culture, corporate marketing, business units or company sites. Working together to determine how what you can offer will help them succeed is at the heart of corporate social responsibility.

3) Engaging employees as advocates and a key audience – corporate social responsibility is important inside and outside the company, and employees are both key agents of telling the story and a key audience to engage. Design your program to be one that helps bring good people to the company who want to engage and who, by engaging, are more likely to stay and thrive, telling their own stories. Make your giving and service a differentiator that makes you an employer of choice, one your people are proud to speak about.

We live in a culture of consumerism as opposed to a giving back culture, how do we slowly change that mindset? Is it really possible to combine the two?

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Yes, I not only believe but see every day at Blackbaud that it is possible to combine a culture of doing good with doing well. We can change those with a purely consumer mindset by what we do as people, how we give back and the priorities we set, and how we lead the organizations where we pursue our careers. Also, there are many positive messages in the world about how to advance good. I like to say that my kids are hearing from their president, their priest, their teachers and their parents that they should give back, and these messages are sinking in. The number of degrees available in nonprofit management, philanthropy and social innovation are a sign of this positive shift, as is the growing understanding that you can bring socially minded philosophies into the business world.

Where do you see yourself in the next 5 to 10 years? Any ideals?

In five to ten years, I see myself working in the middle of a cause and an organization that I’m proud to champion and feel driven to help succeed. There is so much more to do, and the idea of how social good can help drive positive change brings much promise.

You joined Horyou, what does our mantra Dream, Act and Inspire mean to you personally and professionally?

I never dared to dream that I would end up with such a wonderful, fulfilling career focused on good. But now that I am here and looking at how else I can add value, I see this mantra as a responsibility, a charge to make sure I do dream, I continue to act, and I always take the time to inspire. Finally, I would say that it reminds me of my personal commitment to mentor as many women in my community as I can. There are a few people who helped me immeasurably on my own journey, and I strongly believe it is my duty to pay that forward.

By Amma Aburam

Horyou Geneva

On Feb. 27, the Horyou Geneva team spent an afternoon at the local children’s hospital. The afternoon was spent entertaining the kids through various activities such as face painting, storytelling and origami. This was Horyou’s second time helping out at the hospital, and similar to the first time, we split up into groups and headed to the different waiting rooms.

On the ground floor, Anna and Alejandra were in charge of face painting. As expected, the kids were very shy at first, so Alejandra decided to get flowers painted on her face. As soon as she was finished, the kids were impressed and started to line up for their turn. Anna painted an array of tigers, butterflies, flowers and cats on the children’s faces. They were all very happy and left with big smiles. One boy was so excited that every time he looked at himself in the mirror, he started giggling. Face Painting

The rest of the Horyou Geneva girls were spread out on the first floor of the hospital. Amma and Laurie were in charge of the arts and crafts. Using cardboard, colored pencils and other arts-and-crafts materials, they made animals and crowns for the kids. These children, including the parents, were all very happy with the results. The origami team consisted of Mariko and Rui. The most popular origami among the kids was the crane and the hat. Mariko taught some of the parents so that they could make them at home.

Inigo, Matthew and Lucas entertained the children in the waiting room on the second floor of the hospital. They started off by playing board games they had brought. The kids were again very shy and did not talk much, but as soon as the games got going and they started winning, they began smiling and really enjoying themselves. Once the board games were over, Lucas teamed up with a little girl and played a game of foosball against Inigo and Matthew. The little girl raised her arms in celebration as she and Lucas won the game.

Storytellers Mamy and Vincent spent time going from room to room reading stories to the children. To Mamy’s surprise, one of the books had a song in it, so he took a deep breath and started singing. This not only entertained to kids but Vincent as well. They left the rooms leaving behind smiles on the kids faces.

All in all, it was a very heartwarming experience and is definitely something the Geneva team will be doing again.

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