cultura

Una referencia en arte urbano en Barcelona, Nau Bostik tiene una historia que remite al pasado industrial de la ciudad – la nave abandonada de una antigua fábrica de pegamento se ha convertido en un centro cultural autogestionado. El proyecto creado hace tres años atrae una diversidad de públicos, de aficionados a fotografia a creadores de grafitti y se ha consolidado como uno de los espacios artísticos más modernos y innovadores de la capital catalana. Entrevista con Jorge Sánchez, del equipo gestor de la Nau Bostik.

Nau Bostik se ha convertido en un museo de arte urbano a cielo abierto

Qué es Nau Bostik? 

El proyecto NAU BOSTIK surge con la voluntad de impulsar y dar visibilidad a todo tipo de actividades relacionadas con la cultura y el ocio, manteniendo los principios de diversidad y sostenibilidad como líneas maestras. El proyecto se ha apropiado de una antigua fábrica de pegamento, ubicada en el barrio de La Sagrera, Barcelona.

Cuáles son vuestros principales proyectos?

Somos un espacio que acoge gran variedad de proyectos que tienen que ver con la creación y el arte. Entre los proyectos que tienen más proyección estan los del ámbito de la fotografia, siendo un espacio expositivo de referencia en Barcelona.

El otro ámbito en el que la Nau Bostik se ha vuelto un referente es el Bostik Murals, un proyecto que acoge a todas las disciplinas del arte urbano. La Bostik en si, se ha convertido en un lugar de referencia del arte urbano.

Cómo ha sido pensado el modelo de gestión de Nau Bostik como espacio de arte y cultura? Es posible sobrevivir de la autogestión cultural?

Mantenemos los valores de la diversidad y sostenibilidad, a través de una gestión cívica pòr parte de los colectivos que participan y que residen en la Nau Bostik. No recibimos, de momento, ningún tipo de subvención, y tenemos que generar, a través de algunas actividades, como alquiler de Naves para spots y rodajes de TV y cine, recursos propios con los que hacemos el proyecto sostenible.

Cuáles son vuestros principales retos?

Conservar la fabrica Bostik como patrimonio urbano reconvertida en un espacio de creación y difusión de la cultura y mantener una gestión comunitaria abriendo su participación y toma de decisiones a las entidades, colectivos y personas del barrio de la Sagrera.

Además de los proyectos culturales, cuál es la función social y ecológica de Nau Bostik en Barcelona?

De momento entendemos que el ser un espacio participado por todo tipo de entidades y colectivos del barrio y de la ciudad de Barcelona, eso genera que la Nau Bostik sea util socialmente. Muchas de la actividades que se realizan en la Bostik no se podrian producir en otros espacios de Barcelona, sobretodo en lo que tiene que ver con el arte urbano. A la vez en la Nau Bostik existe una sensibilidad ecológica y alojamos en uno de nuestros miradores un huerto urbano. A parte somos sede de una cooperativa agroecologica que distribuye alimentos una vez a la semana a sus asociados.

Cuáles son vuestros planes para el espacio cultural Nau Bostik?

Básicamente después de tres años de recuperación de la Nau Bostik, nuestro proyecto es consolidar la existencia misma de la Bostik en alianza con el Ayuntamiento para mantener la Nave como equipameinto de ciudad con una gestión comunitaria.

A filosofia de trabalho da ONG Frutos do Amanhã é a solidariedade humana. Com atuação em comunidades em vulnerabilidade social, a organização usa a cultura, educação, respeito e cidadania para modificar as vidas de crianças e famílias em situação de risco. Membro ativo da nossa comunidade Horyou, a fundadora da ONG Heloisa Morais falou com o nosso blog sobre suas iniciativas e planos para o futuro.

Atividade promovida pela ONG Frutos do Amanhã

Quais são as principais inspirações para o trabalho da organização?

Temos um lema que vem inspirando e servindo de mantra para que possamos seguir em frente: Educação, Respeito e Disciplina.

Quais foram os projetos mais bem-sucedidos de 2017?

Executamos vários projetos como oficina de idiomas, capacitação escolar, danças culturais, capoeira, oficinas e ballet. Posso destacar dois como os mais bem-sucedidos, que foram as oficinas de Artesanato e Geração de Renda e o Ballet Sonho de Menina.

Ballet Sonho de Menina

Quais são os principais projetos da ONG Frutos do Amanhã para 2018?

Queremos ampliar nosso projeto educativo, melhorar e ampliar nosso espaço físico e buscar apoio para poder atender a famílias que se encontram na fila de espera para participar de nossas atividades.

Que tipo de impacto a organização deseja causar para o mundo?

Transformar crianças que vivem em situação de risco em cidadãos através da educação e cultura.

Oficina realizada pela ONG

Qual a importância de participar de uma rede social do bem social como a Horyou?

Fomos convidados em 2015 pela Horyou, que nos esclareceu sobre o funcionamento da rede, e desde então estamos ativos na plataforma buscando apoio para os projetos.

Vivemos em uma era de constante transformação. Quais são as mudanças positivas que você deseja para a sua comunidade e para as gerações futuras?

Estamos em uma região carente como muitas espalhadas pelo mundo, se com nossas ações conseguirmos livrar algumas crianças do tráfico de drogas, que hoje está sendo o primeiro emprego de crianças e adolescentes, será uma grande vitória.

O que há em comum entre os grandes navegadores que descobriram novos continentes no século XV e os empreendedores de nossos dias? A inovação sempre esteve presente em projetos de ontem e de hoje, e é o que garante a sobrevivência e a sustentabilidade de um empreendimento. É sob essa premissa que o empreendedor Leandro Jesus discute a nova economia do século XXI no livro “Exploradores de um mundo em transformação”. Lançado em formato digital em março este ano, a obra está em processo de crowdfunding para ter sua versão impressa publicada. Leandro Jesus concedeu a seguinte entrevista ao Horyou:

Leandro Jesus

Qual é o principal foco de discussão do livro?

A transição para uma nova economia e seus impactos para os negócios e a sociedade como um todo. Estamos construindo, nesse início de século 21, as bases de um novo modelo que vai romper com os padrões do sistema econômico dominante nos últimos séculos e impactar na forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos em sociedade. Um momento de profunda transformação, uma mudança de era, habilitada pelo uso intensivo de tecnologia. Acredito que momentos como esse demandam exploração, ou seja, busca por novos caminhos. É hora de assumirmos nosso espírito explorador e encontrarmos soluções para um mundo melhor, para nós e para as próximas gerações. Esse é o foco do livro.

O livro trata da nova economia. Quais são os aspectos mais marcantes dos negócios do futuro?

O ponto de partida é a capacidade de adaptação a um futuro volátil e incerto. Com o progresso tecnológico exponencial e a democratização da informação e conhecimento, aumentam as exigências por parte de consumidores e cidadãos. Acredito que os negócios do século 21 precisarão operar com um propósito que traga significado às pessoas, entregar experiências positivas para seus clientes, habilitar a realização de talentos e vocações no ambiente de trabalho e, ainda, gerar impacto positivo para sociedade e meio ambiente. Organizações tradicionais, com suas estruturas burocráticas e foco prioritário em crescimento e lucro, terão dificuldade nesse novo contexto. Por isso, estamos vendo o surgimento de uma infinidade de novos negócios de base digital que são ágeis, enxutos, descentralizados e orientados para causar impacto positivo ao seu redor.

Qual será a importância dos temas sociais e ambientais nessas empresas?

Está cada vez mais claro que não podemos pressupor crescimento econômico infinito num mundo com recursos naturais finitos. Hoje, no entanto, numa competição por espaço e escala, empresas de todo tipo estão degradando o meio ambiente numa velocidade sem precedentes. Da mesma forma, crescimento econômico não é suficiente sem progresso social – se nossa sociedade não consegue suprir necessidades básicas nem consegue garantir o bem-estar de todos seus cidadãos, não pode ser considerada bem-sucedida. É ingenuidade acharmos que esses problemas são apenas do Estado, pois as corporações são a base de sustentação da economia. Em todo o mundo, crescem movimentos de incentivo a negócios que estejam voltados para resolver problemas sociais e ambientais por meio de seus produtos e serviços. Penso então que veremos maior número de empresas conscientes, que busquem equilíbrio e integração de resultados financeiros com impacto ambiental e social. No fundo, precisaremos de organizações mais comprometidas com o bem-estar coletivo, que nos ajudem a construir a sociedade que desejamos – empresas que pensem apenas em si próprias não terão vida longa no século 21.

Livro já foi lançado em versão digital

Tecnologia e sustentabilidade podem trabalhar juntas?

Devem. A tecnologia está evoluindo num ritmo cada vez mais acelerado, que certamente vai viabilizar o surgimento de novos negócios e extinção de outros. Penso, no entanto, que a grande questão não é a evolução da tecnologia em si, mas o potencial que ela tem para mudar nossas vidas para melhor. É nisso que temos que focar. É possível que, em breve, a tecnologia nos permita abundância de energia limpa, transporte inteligente e recursos materiais, por exemplo. Talvez possamos migrar para uma era de produtos e serviços praticamente gratuitos, precipitando um crescimento meteórico da economia colaborativa e a ruína do Capitalismo tradicional. Particularmente, acredito que a revolução digital seja tão impactante para nós quanto foi o surgimento da energia elétrica ou da imprensa escrita, e acho até difícil visualizar agora a profundidade de suas consequências futuras para a sociedade.

Horyou é a rede social para o bem social. Qual o papel das redes na nova economia?

Nesse mundo digital, no qual estamos todos informados e conectados, veremos grandes instituições e suas hierarquias serem cada vez mais questionadas por redes de indivíduos conectados. O futuro está nas redes e na colaboração. Juntos somos mais fortes e podemos fazer a diferença ao nosso redor.

Horyou apoia as iniciativas de inovação social que ajudam o mundo a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e é organizadora do SIGEF, o Fórum de Inovação Social e Ética Global. Seja a mudança, seja Horyou!

Escritor, professor e conferencista, o paulistano Roberto Otsu estuda e ensina I Ching e Taoísmo há mais de 40 anos. Inspirado por grandes nomes da filosofia como Lin Yutang e por um dos pais da psiquiatria, Carl Jung, Otsu se dedica hoje a conhecer e compartilhar conhecimentos sobre o desenvolvimento interior do ser humano. Autor dos livros “A Sabedoria da Natureza” e “O Caminho Sábio”, ele também traduziu o clássico milenar da literatura chinesa “Tao-Te-Ching” e hoje se dedica ao lançamento de seu terceiro livro, que fará reflexões sobre os textos do I Ching. Na seguinte conversa com o Horyou Blog, Roberto Otsu fala sobre sua visão de mundo, filosofia e sobre a sua grande inspiração: a natureza.     

Roberto Otsu é conferencista, professor e escritor
Roberto Otsu é conferencista, professor e escritor

1. Qual é a sua história com a filosofia chinesa?

Todos sabemos que a ideologia predominante desta vida está relacionada ao sucesso, ao ser um “vencedor”. Na prática, isso significa atingir a fama, obtenção de lucros exorbitantes, a riqueza, o poder, estar na lista dos top ten do que quer que seja. E, para isso, as pessoas não medem esforços e recursos. Sacrificam sua própria vida, sua saúde, a vida familiar, emocional, afetiva, social, a vida dos outros, os recursos naturais. Nos piores casos, são capazes de passar por cima da dignidade, dos princípios e dos valores para chegar lá, como infelizmente se vê todos os dias nos noticiários. Minha intenção é apresentar uma visão de mundo e um modo de vida que sirva de contraponto ao que existe. Não com o objetivo de atacar violentamente e destruir o pensamento dominante, mas de levantar questões que permitam às pessoas conhecer e agregar outra forma de pensar, ver, sentir e viver a realidade. Um dos caminhos para isso pode ser encontrado na filosofia clássica oriental, mais especificamente no Taoísmo, que é minha área de estudo e trabalho. A partir de 1997, comecei a receber muitos convites para dar palestras e cursos sobre Taoísmo e I Ching e desde então ministro aulas sobre os dois temas em cursos de pós-graduação e em diversos espaços culturais, grupos de estudos e outras instituições. Em 2006, publiquei o livro “A Sabedoria da Natureza”, e em 2008, publiquei “O Caminho Sábio”, uma tradução do “Tao-Te-Ching”, de Lao-Tsé, um clássico milenar da literatura e da sabedoria chinesa.

2. Quais são os seus projetos para 2016?

Este ano, tenho evitado me comprometer com projetos e atividades para poder me concentrar na redação do meu terceiro livro. São reflexões sobre os textos do I Ching para que as pessoas possam encontrar conteúdos e inspirações para intuir com mais profundidade o que este antiquíssimo livro de sabedoria e de orientação pessoal quer nos transmitir. Ele está sendo escrito em linguagem bem acessível e sempre ilustrado com exemplos simples, que correspondem à realidade do homem contemporâneo. É um texto complementar das versões do I Ching de Richard Wilhelm e de Alfred Huang, para que a pessoa possa compreender os aforismos, as metáforas e o simbolismo com mais facilidade.

O Caminho Sábio, um dos livros de Roberto Otsu
O Caminho Sábio, um dos livros de Roberto Otsu

3. A filosofia do Horyou é “Sonh​ar​, inspirar​ e agir”. ​Conte-nos de​ onde sua inspiração veio e o que fez você tomar uma atitude?

A inspiração é a mesma desde sempre. É a mesma de todos os pensadores, sábios, poetas, artistas, filósofos, escritores, e de todas as pessoas comuns, que sejam sensíveis e sensatas: a Natureza. Qualquer pessoa pode ter esta inspiração, desde o índio, o homem do campo, o barqueiro, o surfista, o pescador, a cozinheira, o astrônomo, o veterinário, o arquiteto. É só uma questão de contemplar a Natureza, não importa se a pessoa trabalha com coisas naturais ou burocráticas, na indústria, no comércio ou em serviços. Quando observamos como a Natureza é perfeita, como tudo nela é interconectado e como tudo funciona de modo harmônico, aí, sim, compreendemos o que é sabedoria. Aí, entendemos o que é fluxo, mutação, equilíbrio, ciclo, impermanência, suficiência, unicidade, interdependência, economia de energia, ordem natural, não-interferência, despojamento, integração dos opostos, a importância da flexibilidade, etc. Se estas coisas valem para a Natureza, então também valem para o ser humano, afinal de contas nós fazemos parte da Natureza. O que me faz atuar na minha área é a vontade de promover o equilíbrio e a harmonia interior das pessoas, resgatando-lhes a consciência de seu lugar na Natureza e no Universo. Acredito que somente uma pessoa em harmonia e em equilíbrio consigo mesmo pode promover a verdadeira paz, a justiça, o equilíbrio social, a harmonia diante da diversidade, a tolerância, a inclusão, a sustentabilidade.

4. Horyou apoia​ as pessoas agindo em seus sonhos, qual é o seu objetivo final? 

Permita-me “viajar” um pouco. Foi dito acima que “Sonhar, inspirar e agir” é um dos conceitos sobre o qual Horyou atua. É interessante notar que “sonhar” tem o mesmo sentido da palavra “aspirar”. Sonhar algo ou aspirar algo é a mesma coisa. E, no fundo, fisicamente, “aspirar” é o mesmo movimento de “inspirar”, isto é, de colocar o ar para dentro dos pulmões, para dentro do corpo. O ar é invisível, portanto, inspirar é colocar o invisível para dentro de si. “Spir” em latim significa “vento”, “sopro” e é a raiz da palavra “inspirar” e também da palavra “espírito”. Significa que o espírito é o sopro divino (invisível) que penetra o ser humano, é o que inspira e dá vida à pessoa. Respondendo à pergunta, meu objetivo final é justamente levar inspiração para as pessoas. É levar o conceito de algo maior, transcendente (como a Natureza) para dentro delas. É permitir que as pessoas tenham dentro de si o mesmo espírito de equilíbrio e harmonia da Natureza.

Roberto Otsu
Roberto Otsu

5. Você pode compartilhar uma mensagem com a comunidade Horyou? 

Acredito que enquanto houver pelo menos uma pessoa no mundo que deseja o bem, a humanidade ainda terá esperança. Mesmo que essa pessoa seja você. Mesmo que esta pessoa seja eu. Felizmente existe muito mais pessoas do que você e eu que desejam o bem. Existem dezenas, centenas, milhares, milhões de pessoas em toda a Terra que buscam o melhor para a humanidade, para o planeta. A existência de uma plataforma como a Horyou só faz aumentar a certeza de que esperança de um mundo melhor não é um mero sonho. É um sonho a caminho da transformação. Fazer parte de uma comunidade como esta, é unir forças e pavimentar o caminho para o bem social. Assim, unidos no mesmo objetivo, podemos fazer coro com um outro grande inspirador que cantava: “You may say I’m a dreamer, but I’m not the only one. I hope someday you’ll join us, and the world will be as one”.

Por Claudio Rahal

Educação ambiental
Equipe Ser Sustentável.

Silvana Grandi é presidente e fundadora da OSCIP SER Sustentável. Por entender que Sustentabilidade é sinônimo de missão integral, Silvana está fortemente engajada com um projeto que visa trabalhar, simultaneamente, cidadania e meio ambiente com foco em pessoas com dependência química e suas famílias, idosos e pessoas com necessidades especiais. Em junho de 2013, Silvana fundou a SER Sustentável – Capacitação, Convivência e Reintegração Social com o objetivo de cuidar e promover o desenvolvimento humano dessas pessoas marginalizadas da sociedade. O projeto visa trabalhar de forma interdisciplinar, promover a reintegração de família e dar acompanhamento contínuo após a sua recuperação. A organização também busca ser um centro de referência sustentável, inspirando pessoas e organizações que trabalham com este segmento da sociedade de forma humanizada. Em 2015, ela viajou para Rimini – Itália para vivenciar o projeto San Patrignano, premiado pela ONU, que é interdisciplinar e de grande impacto social, e a inspirou a adaptar o modelo no Brasil.

SER-logo
Capacitação, Convivência e Reintegração Social.

O trabalho da Ser Sustentável consiste em fiscalizar, humanizar e promover ações multidisciplinares em comunidades terapêuticas e clínicas para pessoas com a dependência do álcool e outras drogas. Atualmente faltam espaços que promovam a efetiva recuperação destas pessoas. “Queremos também reinseri-los na sociedade com geração de trabalho e renda, utilizando oficinas e projetos sustentáveis de recuperação.”



Em 2015, a Ser Sustentável realizou parcerias com comunidades terapêuticas para formar empreendedores, promoveu eventos e conferências sobre drogas e recuperação humanizada e realizou cursos de laborterapia para dependentes químicos como: plantio de alimentos orgânicos, reciclagem, minhocário e adubos orgânicos. A organização também criou um coral de pessoas com dependência química, provando que a música é uma grande ferramenta de apoio para a recuperação dessas pessoas.

A Ser Sustentável participou de eventos internacionais como:

Suíça: SIGEF 2014, onde vivenciaram momentos importantes através da plataforma Horyou.

Costa Rica: A organização conheceu de perto o projeto realizando pela Fundação Gênesis, onde em um mesmo local é possível recuperar dependentes químicos, cuidar da pessoa idosa, ter uma escola infantil, atendimento médico para pessoas com câncer e terapias ocupacionais para crianças portadoras de deficiência intelectual.

Itália: A equipe conheceu o espaço San Patrignano, premiado pela ONU. Este espaço já recuperou milhares de pessoas com a dependência do álcool e outras drogas.

A Ser Sustentável tem um projeto especial para breve, que é buscar um espaço grande para implementação do projeto de reinserção social para pessoas com dependência química, idosos e pessoas com necessidades especiais, utilizando o modelo San Patrignano adaptado ao Brasil. A partir deste espaço de referência, a organização pretende adotar um sistema de franquias de espaços similares para que projetos sociais não percam a visão de qualidade e humanização que devam possuir. O projeto está em fase de implantação e a organização precisa de parceiros.

Silvania Grandi: “A Horyou, além de ser uma plataforma rica em informações e em organizações sérias, também influencia o mundo a buscar continuamente novos olhares, projetos inovadores e contatos com pessoas experientes fazendo com que cada membro agregue valor em seu projeto. Nos deu a oportunidade de conhecer novas culturas e nos impulsiona o tempo todo a não desistir. São importantes motivadores e mobilizadores de ações sociais.”

Conheça o perfil da Ser Sustentável aqui.

Por Edriana Oliveira Major

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