Community

Uma família criada através da arte – é assim que os membros da Associação dos Artesãos de Birigui de A a Z gostam de se definir. Aos 3 anos de fundação, a associação hoje promove uma arte de cunho sustentável e social. Neste mês de outubro, em que se comemora o Dia das Crianças no Brasil, a Associação se engajou em um projeto social pela infância – cada cliente que levar um brinquedo usado terá descontos na compra de uma peça nova. Os brinquedos arrecadados com essa ação serão entregues a crianças carentes. Conheça mais esse membro ativo da nossa comunidade Horyou!

Algumas das artesãs da Associação
Algumas das artesãs da Associação

– Conte um pouco sobre a Associação e como ela começou.

Estamos completando 3 anos da fundação da associação com a finalidade de reunir artesãos de Birigui e outras cidades do interior de São Paulo. A cidade ficou reconhecida como a capital nacional dos calçado infantil pela suas indústrias. Nossa associação surgiu da união de amigos que colocaram em pratica seus dons artísticos que aprenderam ao longo da vida.

Nosso associados são mulheres e homens aposentados e de diferentes carreiras que sempre tiveram o amor pela arte e pelo bem social. Neste momento de crise pelo qual o Brasil passa, alguns associados perderam seus empregos e buscam na arte uma forma de se sustentar. Hoje a associação tem uma casa que foi transformada em Ateliê, ponto de venda e encontros diários dos artistas.

Alguns produtos vendidos na loja da Associação
Alguns itens vendidos na loja da Associação

– Quais são os planos da Associação para o próximo ano?

Atraves de projetos sociais, vamos convidar crianças e adolescentes de 8 até 16 anos para fazer cursos gratuitos, pra que possam aprender a fazer artesanato e ter uma profissão no futuro. Os cursos serão ministrado por todos os participantes da Associação, que hoje somam 13 pessoas engajadas em projetos de cunho social e sustentável. Todo o material será disponibilizado gratuitamente para as crianças e adolescentes.

A grande maioria das peças e objetos que criamos é feita com tecidos e material doado pelas fábricas de calçados. Através dessas doações, nós podemos criar nossas peças e contribuir para que sejam utilizados os materiais que seriam descartados e colocados no lixo, levando muitos anos para se decompor na natureza.

Muitos itens de artesanatos são feitos de materiais que iriam para o lixo
Alguns dos itens de artesanatos são feitos de materiais que iriam para o lixo

– Como vocês conseguiram colocar em pratica este projeto e se ajudam entre si?

Nós criamos um modelo de cooperativa e união dos nossos sonhos para realizar este projeto. Se cada um de nós fosse buscar um espaço de venda e exposição das nossas peças, seria inviável. Através desta união fazemos um rateio de todos os custos que temos mensalmente com contas fixas como: aluguel, energia, água e outros encargos, então dividimos todas as contas e isso passa a ser nossa mensalidade para sermos associados. O valor da mensalidade e de R$ 85 por mês (aproximadamente 30 Euros) para cada associado, assim temos nossa casa linda com todos os produtos que ficam à venda. Parte do lucro das vendas é revertido para o caixa da associação.

Cada associado disponibiliza um tempo da sua vida se dedicando ao nosso espaço, o equivalente a 1 dia e meio por semana, no mínimo.

Hoje a Associação tem ateliê e loja em uma casa própria
Hoje a Associação tem ateliê e loja em uma casa própria

– A Horyou tem três palavras-chave: Agir, Sonhar e Inspirar. O que essas palavras significam para você?

Tudo que nós fazemos todos os dias é usar essas três palavras: Sonhamos todos os dias e decolamos com eles para realizá-los. Agimos como os pioneiros na cidade por acreditar que podemos fazer o bem. Inspiramos pessoas para acreditar que unindo forças e positividade podemos alcançar ótimos resultados. Nós associados criamos uma família através da arte de A a Z por um mundo melhor!

A Associação promove uma ação solidária para o Dia das Crianças
A Associação promove uma ação solidária para o Dia das Crianças

Entrevista de Claudio Rahal

La communauté Horyou est toujours heureuse de valoriser les projets de nos membres actifs, comme la géographe Marie Storme. Elle a dirigé le film Les Jardins de l’Espoir, qui sera lancé en Avril 2017 aux États-Unis. Le film parle de l’importance des jardins urbains pour la qualité de vie des habitants des villes et leur relation avec la nature. Marie a été interviewée par Horyou blog sur son projet:

Les Jardins de l'espoir sera lancé aux États-Unis en 2017
Les Jardins de l’espoir sera lancé aux États-Unis en 2017

– Racontez-nous un peu votre travail et le projet de réalisation d’un film sur les jardins urbains.

Mon travail de géographe m’a amenée à m’intéresser à ce que les sociétés et les hommes font de leur territoire, et spécialement les territoires urbains. Au fil de mes voyages, j’ai constaté que de nombreuses grandes villes présentaient des points communs mais aussi de subtiles différences. J’ai notamment remarqué que les espaces laissés en friche étaient plus ou moins réutilisés par les habitants. Derrière leur implication pour l’entretien, ils rencontrent pourtant souvent des freins institutionnels qu’ils apprennent à surmonter, comme dans le jardin Herold du 20ème arrondissement à Paris, où le jardin des résidents de Gaunt Street a Lincoln.

Gaunt Street Garden à Lincoln
Gaunt Street Garden à Lincoln

– Quelle est l´histoire du film Jardin de l’espoir?

A travers ces constats, j’ai commencé à parler avec les gens. J’ai découvert dans certaines villes que des groupes spontanés de résidents ou des associations plus formelles s’étaient créés autour d’une idée simple : améliorer le cadre de vie et redonner aux jardins toute leur place dans la vie des habitants, comme à San Francisco où j’ai commencé à filmer. Ce film raconte le parcours des résidents alentour qui se sont regroupés, leurs efforts et leur plaisir de travailler ensemble pour embellir leurs espaces de vie voire même pour faire pousser des légumes et réapprendre à se nourrir.

– Comment des jardins urbains peuvent-ils influer sur le bien être des populations à un moment où la durabilité est un sujet essentiel?

Si l’on veut associer durabilité et bien-être, alors je crois que c’est dans le rapport des êtres humains à la nature que cela prend ses racines. La nature peut nous montrer un rythme de vie plus lent, plus respectueux envers les ressources, moins tourné vers l’hyper consommation et orienté vers la régénération autant de la nature que de nos esprits et de nos relations. La permaculture est un bon exemple de cela.

Le film touche le sujet de la durabilité
Le film touche le sujet de la durabilité

– Quel est le message que vous voulez faire passer avec le film?

Ma première intention était de montrer qu’il existe différentes solutions un peu partout, et que ce n’est pas seulement dans de grandes agglomérations dont on parle beaucoup dans les médias qu’il est possible de réamorcer un retour à plus de nature en ville. Des solutions parfois très simples, parfois un peu plus longues mais qui montrent que la persévérance paie, comme à Genève avec le micro- jardin urbain du Grütli. Étonnamment, le film a eu un impact sur les personnes que j’ai interviewées. Elles sont très désireuses de communiquer et d’échanger des idées, ce qui m’a amenée à mettre le City Council de Lincoln en relation avec une structure de la Ville de Paris. C’est magnifique !

– Pouvez-vous laisser un message pour notre communauté Horyou?

Je pense que les initiatives qui partent des gens sont les plus intéressantes, les mieux adaptées, souvent les plus innovantes et les plus flexibles. La persévérance est un atout majeur quand il faut se confronter à la rigidité des institutions et du système (ou capitaliste ou libéral). Cependant, je crois que toutes ces avancées devraient un jour incomber aux gouvernements : ils doivent prendre leur responsabilité et notamment celle du bien-être des habitants.

Écrit par Vívian Soares

La primera agencia de fotografos con discapacidad intelectual, “Nos, Why Not?” (NwnPhoto) es un miembro activo de nuestra plataforma Horyou. Mezclando activismo, inclusión social y empoderamiento de sus participantes, el colectivo ha cambiado la vida de muchos fotografos que ganaron visibilidad, perspectivas de trabajo y propósito de vida, además de estimular el debate sobre el arte y la creatividad. Hablamos con su fundador, Felipe Alonso, que hace una reflexión acerca del rol social de la fotografía y comparte sus planes para el futuro del proyecto.

Fotografía de G Trillo
Fotografía de G Trillo

1. ¿Cómo nació la idea de Nos, Why Not?

Hoy en día las personas con discapacidad intelectual siguen discriminadas y excluidas de la sociedad. Esto sucede en el mundo, además hay zonas donde su situación la podemos definir como dramática. Dos de los principales problemas que tiene este colectivo es su empoderamiento y su visibilidad. Para ayudar a solucionar esta situación, la fotografía es genial! Otorga a la persona con discapacidad intelectual el protagonismo y una visibilidad positiva. Si a todo esto, le sumamos la utilización de las redes sociales, con un espíritu de compartir y colaborar, el grupo o el colectivo, adquiere una fuerza considerable.

Los beneficios de la fotografía en las personas con discapacidad intelectual son muy importantes, además del empoderamiento y de la visibilidad, la fotografía les aporta creatividad, les acerca a la cultura, amplía su círculo social, tienen motivación… los cambios que han experimentado, en algunos casos, les ha cambiado la vida. Por todo ello nació NwnPhoto como la primera agencia de fotógrafos con discapacidad intelectual. Formamos en la fotografía a las personas con discapacidad intelectual y creamos o buscamos las condiciones necesarias para que la puedan ejercer. Pensamos en una red internacional de fotógrafos con discapacidad, y un site en la red (plataforma, ecosistema, …) que sea un punto de encuentro entre dichos fotógrafos y la sociedad. Un lugar donde exista una inspiración para que, por una parte, empresas, organismos, ong´s, diseñadores.. y, por la otra parte los fotógrafos con discapacidad,puedan crear lazos de colaboración y obtener un valor para toda la sociedad. Este site será el primer banco de imágenes de fotógrafos con discapacidad.

Fotografía de Dani Bella Ferrol
Fotografía de Dani Bella Ferrol

2. ¿En qué países actúan y cuáles son sus principales proyectos?

Empezamos nuestra actividad en España, donde estamos en 4 ciudades de Galicia (A Coruña, Santiago de Compostela, Narón-Ferrol, y Nigrán-Vigo), Madrid y en Barcelona y alrededores (Sabadell y Terrassa). Cada centro es independiente, colaboramos con asociaciones de personas con discapacidad, y buscamos la realización de trabajos fotográficos, siendo por el momento, nuestra única fuente de ingresos. En la construcción de nuestra red de fotógrafos, colaboramos con entidades de varios países como Noruega, Nueva York y Buenos Aires y estamos en negociaciones para un proyecto europeo para la realización de una formación para fotógrafos con discapacidad intelectual, y la creación de una red. En caso de ser aprobado, estaríamos en dicho proyecto los siguientes países: Italia, Eslovenia, Letonia, Finlandia, Holanda, Escocia, Portugal y España… sería genial!

Nuestros principales proyectos están alrededor de tres puntos básicos: la red de fotógrafos, nuestro banco de imágenes, y la consolidación de los fotógrafos existentes. Para la red de fotógrafos trabajamos para que se unan fotógrafos con discapacidad de países de gran importancia para nosotros, como Francia. Para nuestro banco de imágenes, trabajamos con los aspectos técnicos, y elaboramos el desarrollo de clientes, hablando con varios ejemplos de ellos para que nos expliquen sus preferencias y sus necesidades con el fin de crear el banco de imágenes que ofrezca el mejor servicio para ellos. Para consolidar nuestros fotógrafos, hacemos trabajos fotográficos y reportajes que han de culminar con una gran exposición. Empezamos a formar a nuestros fotógrafos en el manejo de las redes y el teléfono móbil. También investigamos y analizamos nuevos productos y performances para ofrecer a la sociedad. Entre los productos figura la Guía de la Catedral de Santiago de Compostela, una guía magnífica cuyos contenidos fueron realizados por personas con autismo y nuestros fotógrafos, para hacer de las visitas a la Catedral una experiencia cómoda, cultural y divertida para las personas con discapacidad. Sabemos que los productos realizados por nuestros fotógrafos han de sorprender a la sociedad por su calidad y por su aportación de valor, es decir utilidad. Tenemos una lista de productos y servicios para ir incorporando a nuestra oferta.

Fotografía de Manolo Fabeiro
Fotografía de Manolo Fabeiro

3. La organización tiene una fuerte característica de inclusión de personas con discapacidades y también de reflexión acerca del arte. ¿Cuáles son los desafíos de su proyecto?

En NwnPhoto buscamos la inclusión de todas las personas con discapacidad intelectual, y algunas de ellas tienen otras discapacidades, por ejemplo la visual. Al principio, Eloy, una persona que además es ciega, quería hacer fotografía. Nos informamos y estudiamos las técnicas que emplean los fotógrafos invidentes. Eloy hace fotografía, y se compró una cámara. También hacen fotografía Rober y Rosa. El caso de Rosa es especial ya que es la única que es ciega de nacimiento, nunca ha visto los colores. Para que Rosa pueda “sentir” los colores, utilizamos las emociones a través de la música. Un ejemplo: cuando vemos el color blanco, pensamos en paz, en tranquilidad, que es lo mismo cuando oímos “Imagine” de John Lennon; cuando vemos el color rojo, vemos pasión, fuerza, lo mismo que sentimos cuando oímos las canciones de Ac/Dc. De esta manera Rosa ha aprendido a sentir los colores. Ahora tiene más curiosidad por el mundo, por el color de la comida, sabe que el café con leche no es una bebida de dos colores, y una cosa muy importante, ahora es ella quien compra y elige cada día la ropa que lleva.

Las personas con discapacidad intelectual tienen una vida muy monótona, donde hacen trabajos manuales, repetitivos, y con un círculo social muy pequeño. El arte para nosotros es muy importante ya que trabajamos con la creatividad, y la cultura. El arte es una gran ventana abierta donde ellos ven cosas nuevas e inimaginables, sobre todo con el arte contemporáneo.

Fotografía de Guillermo Trillo Huelva
Fotografía de Guillermo Trillo Huelva

Nuestros desafíos actuales son los de ser un proyecto rentable, sostenible y creador de recursos. Para ello creamos una estructura flexible, sin gastos fijos ni burocracia, que permita focalizar los recursos en lo importante, la discriminación de las personas con discapacidad intelectual. Estudiamos la posible colaboración con partners o la financiación alternativa para acelerar nuestra expansión e implantación del proyecto. Además tenemos el objectivo de cambiar la mentalidad de la sociedad, generando impacto, a nivel global sobre las habilidades de las personas con discapacidad. Garantizamos la calidad profesional de los trabajos de los fotógrafos de NwnPhoto, y creamos performances, nuevos productos y servicios que den valor y sorprendan a la sociedad. Queremos hacer llegar nuestro proyecto a zonas donde ser persona con discapacidad intelectual es aún más difícil. Zonas alejadas de núcleos urbanos, zonas con otras creencias sobre la discapacidad, son lugares donde queremos establecer fotógrafos de NwnPhoto, empoderando de esta manera a las personas con discapacidad.

Fotografía de Eva Rafa
Fotografía de Eva Rafa

4. Cuántas personas participan del proyecto? Puede compartir una o más histórias personales de superación de algunas de ellas?

En España formamos a más de 100 personas con discapacidad intelectual, y trabajamos 14 personas, seis son fotoperiodistas, tres estudiantes de comunicación audiovisual, una arteterapeuta… el resto, son grandes aficionados a la fotografía. La fotografía ha cambiado a nuestros fotógrafos con discapacidad. Todos ellos son más creativos, más proactivos, algunos tienen sus proyectos, y otros ahora aprovechan los fines de semana para hacer sus paseos fotográficos por la ciudad (antes se quedaban en su casa, sin apenas actividad), o acuden a conciertos para fotografiarlos, como hace Paco en Madrid. Hay dos casos entre nuestros fotógrafos que han experimentado cambios increíbles. Uno de ellos es Rosa, una de nuestras fotógrafas ciegas de la que hemos hablado. Además de todos los cambios experimentados, ha descubierto cosas del mundo que no sabía, por ejemplo las sombras, y los reflejos del cielo en los charcos de agua (ver fotografía). Ahora ella hace su propio proyecto y enseña en talleres de colegios y universidad, explicando su experiencia y como realizan fotografía las personas ciegas.

Fotografía de Rosa Areosa
Fotografía de Rosa Areosa

Otro caso muy conocido es el de Vicente. Vicente tenía 55 años cuando empezó a estudiar fotografía. Era una persona sin inquietudes, sin motivación, miedosa, tímida… Él vivía en un piso tutelado de la ciudad de A Coruña, trabaja en su asociación haciendo carpetas y otros trabajos manuales, y el fin de semana viajaba a su casa a 100 kms, para estar todo el día sentado en un sillón. Nunca había viajado fuera de Galicia, y no tenía ningún proyecto de vida. Desde que ha estudiado fotografía, su vida ha cambiado, sonríe, quiere hacer cosas, tiene proyectos. Ahora Vicente visita exposiciones, en una de ellas, del fotógrafo Christian Voigt, él se sentó en un sofá y estuvo contemplando las fotografías de la exposición durante un largo tiempo. Vicente ha sido el fotógrafo de NwnPhoto que ha viajado a Nord-Odal (Noruega) para presentar nuestro proyecto. Es una experiencia que nunca olvidará. La fotografía le ha aportado protagonismo, autoconfianza, actividad creativa, disfrutar de sus paseos viendo paisajes que antes no miraba, también le interesa la cultura. Ha realizado un trabajo donde medita sobre su vida, a través de sus fotografías y la poesía…por primera vez, él ha trabajado con la poesía. Vicente ahora está pensando en comprarse un teléfono móvil para llevar siempre una cámara en el bolsillo, y tener acceso a las redes sociales… quiere estar en contacto con sus amigos de Moro Foto (el grupo de fotógrafos de Noruega). Vicente está realizando junto a otros compañeros, un reportaje sobre “Galicia y los gallegos” y tiene un papel destacado en el reportaje que hacemos con Moro Foto sobre las poblaciones de Sada y Nord-Odal.

Vicente tenía 55 años cuando empezó a estudiar fotografía.
Vicente tenía 55 años cuando empezó a
estudiar fotografía.

5. ¿Cuáles son los principales objectivos de Nos, Why Not para 2016?

Realizar el primer banco de imágenes de fotógrafos con discapacidad, que se encuentra en fase desarrollo, empezar la formación fuera de las asociaciones, facilitando la enseñanza de la fotografía a las personas con discapacidad y crear una red de fotógrafos con discapacidad intelectual en Europa. Iniciar en España un servicio de creación de Guías de recorridos de interés turístico o de patrimonio, realizadas por y para personas con discapacidad intelectual, que beneficie a toda la sociedad. La primera será la Guía de la Catedral de Santiago de Compostela. Hemos ofrecido realizar una guía similar de una ciudad muy importante de España, que en estos momentos está estudiando el ayuntamiento de dicha ciudad.

Fotografía de Jose Martinez
Fotografía de Jose Martinez

6. Horyou es una red social que tiene como filosofía Soñar, Inspirar y Actuar. ¿Qué significan estas palabras para usted?

Tal vez sea la pregunta más difícil… lo más bonito de soñar, es cuando ves que poco a poco se van realizando los sueños. En el inicio del proyecto, cuando hablaba de la inclusión, de que es posible que una persona con discapacidad de Noruega pueda ser activa y divertirse con la fotografía, que una persona de una zona subdesarrollada pueda pueda tener un protagonismo ayudando a su familia con la fotografía, que todos juntos pueden realizar grandes reportajes y obtener recursos con ellos…. todos me decían que estaba loco. Pero, cuando iniciamos nuestra andadura, empieza la prensa a interesarse por el proyecto, se empiezan a unir asociaciones de diferentes poblaciones, nos invitan a Noruega para presentar el proyecto, también a Perugia (Italia) para hablar en PhotoFest, el congreso más importante de fototerapeutas. Cuando NwnPhoto aparece en un blog de Estados Unidos como uno de los mejores proyectos para empoderar y dar voz a los colectivos marginados o últimamente en el directorio disability arts del British Council es cuando te das cuenta que lo que soñabas se puede conseguir. Podemos cambiar un poco el mundo, hacer que cuando una persona con discapacidad intelectual quiera hacer algo, en nuestro caso la fotografía, para buscar su felicidad, no tenga barreras. Que si una persona con discapacidad de, por ejemplo, Siberia… quiere hacer fotografía, su entorno sepa que todo el mundo lo está haciendo, que no hay ningún problema en ello, y además entrará en un ecosistema, o una plataforma donde podrá hacer exposiciones y vender sus fotografías, que podrá hablar con otras personas con sus mismos problemas e inquietudes, en resumen que no estará sola y tendrá una ventana abierta al mundo… para mí esto es la inspiración, un lugar donde mirando a mi alrededor las ideas acudan a mi y me permita llevarlas a cabo.

Hago un llamamiento a los fotógrafos profesionales para que apoyen a sus vecinos con discapacidad intelectual, a las empresas para que valoren la fotografía social, a los organismos públicos para que piensen en las posibilidades que tienen para dar visibilidad a las personas con discapacidad… hay mucho por hacer, tenemos que lograr que la discapacidad esté en la mente de todos, y de esta manera la inclusión será más fácil. Un ejemplo actual: el nuevo juego de los Pokemon, yo lo desconozco pero estoy seguro que no hay ningún Pokemon con silla de ruedas que podría ser más rápido que los demás y más difícil de cazar, o un Pokemon ciego que apareciera en la oscuridad total… pequeños cambios que cada uno puede hacer y todos son muy importantes. Para mi, eso es actuar!

Por Vívian Soares

EYA 2015 Winners
EYA 2015 Winners

Since 2009, the European Youth Award have been rewarding youth innovation and creativity in technology. The award is an undertaking of the International Center for New Media (ICNM), a member of Horyou, the social network for social good, which also organizes special events and grants awards to support innovation and entrepreneurship.

This year, EYA’s applications are open to European entrepreneurs, startups and students who dream to develop their creative potential and benefit from some of Europe’s leading business personalities’ mentoring. Speaking for ICNM, Birgit Kolb has granted us the following interview.

EYA Festival Workshop
EYA Festival Workshop

– What is EYA and when was it created?

The European Youth Award (EYA) is a pan-European contest for young people, entrepreneurs and startups creating digital projects to improve society. It was called into life in 2012 by Prof. Peter A. Bruck, Honorary Chairman of the International Center for New Media, and is conducted under the patronage of the Council of Europe and the Congress of Local and Regional Authorities.

The Winners Event (EYA Festival) is a unique event combining knowledge, innovation, networking, inspiration and motivation. It takes place in Graz, Austria, in November of each year.

– What are your goals in supporting innovation among youth?

The goals of the European Youth Award are

  1. Showcasing and promoting the most innovative digital projects by young developers, entrepreneurs and start-ups from all over Europe.
  2. Demonstrating young people’s creative potential and entrepreneurial spirit.
  3. Taking action on Europe’s most pressing issues such as employment, resource management, health, education, urban development, cultural diversity and social inclusion.
  4. Contributing to the progress towards the goals defined for Europe 2020 by the Council of Europe.
  5. Connecting next generation of IT pioneers with experienced experts from business, technology, education and science.
  6. Encouraging inspiration and international exchange of knowledge, ideas and visions.
Festival Gala Ceremony
Festival Gala Ceremony

– In times of technology and business disruptions, how do you support socially and environmentally responsible innovations?

We believe that knowledge and a vibrant network are the key factors for success. Therefore, we support EYA Winners by giving them an international stage to pitch their project and get comprehensive feedback from experts, mentors and students analyzing the winning projects profoundly.

The EYA network is a most vibrant and lively one. Individuals attending one of our events usually say that it is a very unique experience that they would have never wanted to miss. They usually feel like they have become a member of a new family where they can receive support and guidance any time.

That’s how we think that socially and environmentally responsible innovations can be supported best.

– Can you mention some interesting innovative projects that participated in the last editions?

Sure, plenty! All of the EYA winners are very unique. Perhaps the following links are good examples to show the great variety of EYA and its projects: I Mirabilia, Jerry Do It Together , GovFaces and Aprendices Visuales.

European Youth Awards
European Youth Awards

– How many applications do you expect this year? Call the Horyou community to participate and apply their projects!

We expect more than 100 applications this year. The deadline is on July 31 – we kindly invite the Horyou community to take this unique chance and apply now with their creative, digital project with impact on society!

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Version Française ici

The weekend 19th to the 20th of September in Geneva marked the yearly Alternatiba Léman Festival which was centered on the theme of promoting local initiatives for climate change and the art of positively living together. The Festival hosted conferences and debates, as well as food and clothing stands, music, movie projections and local food products. It took place on the sunny Plaine de Plainpalais, a prominent square within the city of Geneva, with events also held at the house of associations and the communal hall of the Plainpalais neighborhood.

The Festival gathered around 500 people in support of local farmers, local merchants and helpful sustainable living in Geneva and the surrounding areas. It was a true embodiment of local actions for climate and the joys of connecting for a positive lifestyle. Horyou collaborated with the association and supported its “The Meal” initiative, a lunch cooked with locally produced agricultural products, with the idea to gather a large number of people from across the world to share a Meal in support of farmers and their plea for food sovereignty and access to resources, soil, water and seeds.

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“The Meal” was held simultaneously in about 20 other locations worldwide, with the same goal of promoting consumption of local products. In Geneva, it delighted 200 people on the Plaine and consisted of long tables filled with fresh tomatoes, salads, gazpachos, fresh fruits and vegetables, sauces and pasta.

“The Meal”, a truly unifying power in its ideals and encouragement throughout the world, was thus the occasion for all participants to get together, share thoughts and build solidarity within their communities, on the spot, as well as via Skype conversations. Geneva connected with Mali – led by Aminata Touré -, Morocco – led by Nicole Jeffroy -, Nepal – led by Jagat Basnet -, and Pakistan – led by a young university student called Irene Farkhanda -, to mention but a few locations.

Proceeds from “The Meal” went to various nonprofits in Geneva and in Benin, as the Festival had a dedicated area for local nonprofits and various organizations. Horyou had a stand as well, and so did some of the organizations on the Horyou platform, such as One Action and Voix Libres. The event went on through Sunday with even more participants and visitors. We look forward to seeing bigger local agricultural food tables, and more Meals shared in more locations across the world at next year’s festival.

By Amma Aburam

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