association

Desde que iniciou suas atividades atendendo pessoas em situação de rua e com dependência de álcool e drogas na Cracolândia, em São Paulo, a SER Sustentável continua perseguindo a sua missão – a de usar a sustentabilidade para promover a integração de cidadãos em vulnerabilidade social. Com cinco anos de história, a organização é um membro ativo da plataforma Horyou! Nessa entrevista, a presidente Silvana Grandi conta sobre as principais atividades da SER Sustentável e a sua visão de futuro.

A SER Sustentável participou do SIGEF 2014
A SER Sustentável participou do SIGEF 2014

Qual a história da SER Sustentável?

A SER Sustentável iniciou suas ações atendendo pessoas em situação de rua e dependentes de álcool e outras drogas na cracolândia de São Paulo, há 05 anos. Prestamos até hoje serviços de conscientização ambiental, capacitação técnica e fiscalização de Comunidades Terapêuticas, locais de acolhimento em que são internadas as pessoas com dependência química.

Atualmente, trabalhamos em parceria com uma ONG na periferia da zona sul de São Paulo com um projeto de capacitação e construção de moradias sustentáveis de baixo custo para a Comunidade da Matinha, que se encontra em situação de extremo risco social.

Qual é o escopo de trabalho da organização?

O trabalho da SER Sustentável consiste em conscientizar, fiscalizar, humanizar e promover ações multidisciplinares em comunidades periféricas de São Paulo e realizar trabalhos de prevenção para pessoas com a dependência do álcool e outras drogas. Atualmente faltam espaços que promovam a efetiva reinserção social destas pessoas principalmente as que vivem em situação de extremo risco dentro das comunidades vulneráveis. Queremos também reinseri-los na sociedade com geração de trabalho e renda, utilizando oficinas e projetos sustentáveis de capacitação, geração de trabalho e renda.

A SER Sustentável por meio de sua equipe, presta assessoria profissional baseada em ampla capacitação e preparo de Organizações Sociais, Assim, elas podem adotar procedimentos de atendimento para pessoas em vulnerabilidade social e uma acolhida humanizada, minimizando possíveis sequelas que sua extrema vulnerabilidade proporciona.

Entendemos que a Gestão Sustentável inicia-se a partir da valorização do ser humano e em todos os seus ambientes onde está inserido. Diante desse cenário, a SER Sustentável tem como objetivo criar, promover e atuar como parceira junto às comunidades vulneráveis, ONGs, associações de bairro e de classe e de pessoas em extremo risco social no sentido de orientar, propor ações de contenção e de readequação para essas situações já recorrentes por meio de projetos, assessoria e orientações direcionadas.

Equipe SER Sustentável
Equipe SER Sustentável

Que tipo de impacto a organização deseja causar para o mundo?

Ser referência global em projetos socioambientais para inspirar e multiplicar projetos e ações de cidadania e meio ambiente em comunidades que vivem abaixo da linha da pobreza e em situação de extremo risx«co social.

De que forma as redes sociais e a tecnologia influenciam no dia a dia da organização?

As redes sociais e a tecnologias são ferramentas cruciais que complementam os projetos e ações da SER Sustentável. Um exemplo foi a Horyou, esta importante plataforma que através de nossas redes sociais conheceu nossos projetos e até hoje são parceiros na divulgação de nossas ações.

Qual a importância de participar de uma rede social do bem social como a Horyou?

A Horyou, além de ser uma plataforma rica em informações e em organizações sérias, também influencia o mundo a buscar continuamente novos olhares, projetos inovadores e contatos com pessoas experientes, fazendo com que cada membro agregue valor em seu projeto. Nos deu a oportunidade de conhecer novas culturas e nos impulsiona o tempo todo a não desistir. São importantes motivadores e mobilizadores de ações socioambientais.

Vivemos em uma era de constante transformação. Quais são as mudanças positivas que você deseja para a sua comunidade e para as gerações futuras?

Desejamos impactar e transformar a vida de cidadãos que vivem abaixo da linha da pobreza unindo todos os atores sociais em prol de uma sociedade mais justa. Através dos projetos e ações realizados, queremos deixar um legado para que as próximas gerações continuem nosso trabalho e também usufruam de um mundo menos desigual e com mais respeito, amor e cuidado ao meio ambiente do qual fazemos parte.

SIGEF Project Awards winner talks about her action in Latin America

El Pozo de Vida, the SIGEF Awards winner of 2016
El Pozo de Vida, the SIGEF Awards winner of 2016

This year’s edition of SIGEF focused on innovative solutions for a better future in various fields such as social entrepreneurship, technology, climate, environment and sustainability. In this perspective, SIGEF hosted exceptional speakers, innovators, entrepreneurs and philanthropists all along the conference to defend their ideas and make a positive change in the world.

As every year, a SIGEF project awards ceremony was organized to celebrate the best participating projects that contribute to advancing the United Nations Sustainable Development Goals and promote social good around the world. This year, 20 projects were presented to a jury of international experts and specialists in different fields. The winner of this year’s competition was “El Pozo de Vida A.C.”, an organization that grapples with human trafficking and sexual exploitation through innovative prevention strategies, integral support to victims, empowerment, healing and opportunities for girls and women coming out of the sex industry.

“We work against human trafficking, not just child trafficking but also adult human trafficking because we believe in freedom for everyone.” says Kathleen Gately de Delgado. Kathleen is a young passionate woman, who came all the way from Mexico to Marrakech to represent her organization and share her interest with the rest of the world. “El Pozo de Vida” is operating mainly in Mexico, Guatemala and Brazil. It started six years ago by building a safe home for underage trafficking survivors. Later, the team opened a transition home for girls over 18. Today, “El Pozo de Vida” is operating in two more employment programs. One for women who are 23 to 52 years old working in the red light district, and another for migrants in immigration centers. “In these programs we use development, education, vocational training, psychological and medical care to reach to and help them heal from human trafficking“, says Kathleen.

El Pozo de Vida’s team focuses on prevention of human trafficking on a large scale for better efficiency. First, their concept was about sharing human trafficking victim’s stories on DVDs; but they soon realized that DVDs were outdated and that people were now using smartphones. Thus the virtual reality simulators. They called this prevention program “Awake”. It’s already been launched in Mexico with five five female victims from different places in the world telling their upsetting stories. “The reason trafficking happens is because people dehumanize another person. But, when you hear their voices, when you see them face to face, you connect with them and no longer see them as a statistic, but as a real person”, explains Kathleen.

Also, through virtual reality, the viewer gets closer to the portrayed person. “Hearing and knowing that these are their words, this is what they wanted to say, and these are the questions they have for the world. There is something that touches your heart”, she adds. And these virtual reality simulators did make real change; in schools, for example, children and parents now have a better understanding of the dangers of human trafficking and sexual exploitation. “When we show the program, for example, they don’t get to go right away to the happy ending, because the idea is to talk about what trafficking is and what’s happens after. The story in the middle until the final end gets someone to say: I want to make a difference”. The idea is to screen it in schools and stimulate students to “make a difference” just with small gestures, like sharing on social media and starting to see the dangers.

Kathleen cried when receiving the SIGEF2016 award for best project. On this matter, she expressed gratitude to Horyou and enthusiasm to do more for her organization in the future.

Written by Ghada Jalal

Uma família criada através da arte – é assim que os membros da Associação dos Artesãos de Birigui de A a Z gostam de se definir. Aos 3 anos de fundação, a associação hoje promove uma arte de cunho sustentável e social. Neste mês de outubro, em que se comemora o Dia das Crianças no Brasil, a Associação se engajou em um projeto social pela infância – cada cliente que levar um brinquedo usado terá descontos na compra de uma peça nova. Os brinquedos arrecadados com essa ação serão entregues a crianças carentes. Conheça mais esse membro ativo da nossa comunidade Horyou!

Algumas das artesãs da Associação
Algumas das artesãs da Associação

– Conte um pouco sobre a Associação e como ela começou.

Estamos completando 3 anos da fundação da associação com a finalidade de reunir artesãos de Birigui e outras cidades do interior de São Paulo. A cidade ficou reconhecida como a capital nacional dos calçado infantil pela suas indústrias. Nossa associação surgiu da união de amigos que colocaram em pratica seus dons artísticos que aprenderam ao longo da vida.

Nosso associados são mulheres e homens aposentados e de diferentes carreiras que sempre tiveram o amor pela arte e pelo bem social. Neste momento de crise pelo qual o Brasil passa, alguns associados perderam seus empregos e buscam na arte uma forma de se sustentar. Hoje a associação tem uma casa que foi transformada em Ateliê, ponto de venda e encontros diários dos artistas.

Alguns produtos vendidos na loja da Associação
Alguns itens vendidos na loja da Associação

– Quais são os planos da Associação para o próximo ano?

Atraves de projetos sociais, vamos convidar crianças e adolescentes de 8 até 16 anos para fazer cursos gratuitos, pra que possam aprender a fazer artesanato e ter uma profissão no futuro. Os cursos serão ministrado por todos os participantes da Associação, que hoje somam 13 pessoas engajadas em projetos de cunho social e sustentável. Todo o material será disponibilizado gratuitamente para as crianças e adolescentes.

A grande maioria das peças e objetos que criamos é feita com tecidos e material doado pelas fábricas de calçados. Através dessas doações, nós podemos criar nossas peças e contribuir para que sejam utilizados os materiais que seriam descartados e colocados no lixo, levando muitos anos para se decompor na natureza.

Muitos itens de artesanatos são feitos de materiais que iriam para o lixo
Alguns dos itens de artesanatos são feitos de materiais que iriam para o lixo

– Como vocês conseguiram colocar em pratica este projeto e se ajudam entre si?

Nós criamos um modelo de cooperativa e união dos nossos sonhos para realizar este projeto. Se cada um de nós fosse buscar um espaço de venda e exposição das nossas peças, seria inviável. Através desta união fazemos um rateio de todos os custos que temos mensalmente com contas fixas como: aluguel, energia, água e outros encargos, então dividimos todas as contas e isso passa a ser nossa mensalidade para sermos associados. O valor da mensalidade e de R$ 85 por mês (aproximadamente 30 Euros) para cada associado, assim temos nossa casa linda com todos os produtos que ficam à venda. Parte do lucro das vendas é revertido para o caixa da associação.

Cada associado disponibiliza um tempo da sua vida se dedicando ao nosso espaço, o equivalente a 1 dia e meio por semana, no mínimo.

Hoje a Associação tem ateliê e loja em uma casa própria
Hoje a Associação tem ateliê e loja em uma casa própria

– A Horyou tem três palavras-chave: Agir, Sonhar e Inspirar. O que essas palavras significam para você?

Tudo que nós fazemos todos os dias é usar essas três palavras: Sonhamos todos os dias e decolamos com eles para realizá-los. Agimos como os pioneiros na cidade por acreditar que podemos fazer o bem. Inspiramos pessoas para acreditar que unindo forças e positividade podemos alcançar ótimos resultados. Nós associados criamos uma família através da arte de A a Z por um mundo melhor!

A Associação promove uma ação solidária para o Dia das Crianças
A Associação promove uma ação solidária para o Dia das Crianças

Entrevista de Claudio Rahal

A Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) acaba de se juntar à comunidade Horyou. A nova parceria une forças pela causa dos direitos dos animais, que encontram ressonância em todo o mundo. Por meio da participação da ANDA na rede social, os membros Horyou poderão ter acesso a notícias sobre animais de qualquer parte do mundo, além de trocar experiências e contribuir com conteúdo para a agência. 

Agência de Notícias de Direitos Animais
Agência de Notícias de Direitos Animais

“Jornalismo animalista”

Com oito anos de atividade, a ANDA foi criada com o objetivo de informar para transformar a realidade da causa animal, criando conteúdo gratuito que é distribuído para outros veículos de comunicação. “Queremos mostrar o que acontece nos bastidores da experimentação, do circo e do zoológico, por exemplo, e dar voz aos animais, um publico que nunca foi realmente ouvido”, explica Silvana Andrade, diretora de jornalismo. Com o passar dos anos, o “jornalismo animalista” foi ganhando espaço na mídia, e hoje o trabalho da ANDA pode ser encontrado nos maiores e mais acessados veículos de notícias do Brasil. Uma prova do sucesso da agência é o número de acessos mensais de seu site, que ultrapassa 1,5 milhão – o objetivo é dobrar esse número no próximo ano, segundo Silvana.

A ANDA caminha para o seu aniversário de 8 anos
A ANDA caminha para o seu aniversário de 8 anos

Projetos da ANDA

Além da agência de notícias, a ANDA tem outros projetos voltados à causa animal: graças à intercessão da organização no poder público, um projeto de lei foi criado em São Paulo para a criação de dois hospitais veterinários públicos. Além disso, a ANDA possui uma ambulância UTI gratuita para recolher animais doentes de rua ou de pessoas sem recursos, a Nina Móvel. 

A Comunidade Horyou dá boas-vindas à ANDA e torce para o sucesso dessa parceria!

Por Vívian Soares

Chaque année, aux quatre coins du monde, un grand repas est organisé pour réunir des communautés autour d´une table fournie de produits de paysans et pêcheurs locaux. Avec cette proposition durable qui affiche un but social, le projet The Meal – Association Un repas pour notre Avenir est un réseau de partage, de transfert de compétence et de soutien au développement régional. Dans cette interview, le fondateur Michel Bauman nous parle de ses projets et sa mission:

The Meal au Benin
The Meal au Benin

1.    Pouvez-vous nous présenter brièvement The Meal? 

L’association a pour but de proposer une large réflexion sur notre relation avec les seuls garants de notre énergie vitale: les paysans et les pêcheurs. Nous soutenons également des projets en phase avec leurs problématiques locales. Notre action principale consiste à organiser un grand repas qui se déroule à ce jour simultanément sur quatre continents, ce sont 96 lieux qui ont déjà participé à cet événement global. Dans la majorité des cas, c’est une opportunité de collecte de fonds.

2.    Y a-t-il eu une réalisation qui a eu une importance toute particulière pour The Meal durant ces dernières années? 

Chaque réalisation a son importance, il est cependant très encourageant de constater que d’importants transferts de compétences entre la Colombie et le Népal ont eu lieu dès 2014 qui démontrent à nos amis vivants sur les contreforts de l’Himalaya qu’ils peuvent cultiver avec un très bon rendement à une altitude de plus de 4000m grâce à une technologie mise au point depuis des siècles par les indiens des hauts plateaux andins.

The Meal au Pakistan
The Meal au Pakistan

3.    Avez-vous un projet que vous espérez mettre en place prochainement et dont vous souhaiteriez nous parler?

Nous souhaitons communiquer de façon originale et interactive à travers de nombreux réseaux de partenaires des messages constructifs en relation avec les 17 objectifs du développement durable. Ce concept sera mis en route lors de l’événement de 2016 à Genève puis sera généralisé.

4. La sécurité alimentaire est une grave préoccupation, étant donnée la croissance démographique et le réchauffement global. Quelles sont vos projets sur ce sujet?

La prise de responsabilité de la société civile est indispensable face à ces réalités. L’événement The Meal est un vecteur de sensibilisation et de prise de conscience de notre intelligence collective; nous essayons ainsi humblement et en confiance de trouver les pistes dévoilant les solutions acceptables pour notre avenir.

The Meal au Cameroun
The Meal au Cameroun

5.    Que pensez-vous d’Horyou et de sa communauté dont vous êtes un membre actif ? Qu’est-ce que la plateforme vous apporte dans le cadre de votre action?

De plus en plus de membres actifs de cette belle plateforme interagissent avec notre mouvement, dès les premières heures Horyou a été aidante à l’égard de nos actions, nous nous réjouissons de ces belles complémentarités.  

6.   La philosophie d’Horyou s’articule autour de valeurs universelles que nous retrouvons dans le slogan « Dream Inspire Act ». Qu’est ce que ces 3 mots évoquent pour vous et votre organisation?  

Un projet débute toujours par un rêve… Rêvons donc, projetons nous dans le futur! Le temps de travail de chacune et chacun a diminué, nous avons donc plus de temps à consacrer à la recherche d’une nourriture de qualité. Ayant drastiquement diminué nos achats d’aliments venant de pays lointains, ce commerce international périclite. Dans les pays émergents les terres sont rendues aux coopératives de paysans et les lieux de pêche aux locaux. L’infime minorité de financiers malades, addicts de richesses qu’ils n’avaient probablement pas découvertes en eux, abusant de bas pouvoirs spoliateurs nous menaient droit dans le mur ; ils sont maintenant en phase de sevrage. Bien des réfugiés économiques retournent sur leurs terres, la centaine de millions de réfugiés climatiques résultant en partie de notre mode de consommation antérieur depuis de nombreuses décennies sont accueillis naturellement là où la terre nourricière peut les recevoir. Nous savons maintenant que faire du 30% de la nourriture que nous jetions à la poubelle en 2016… Nous avons pris conscience que l’humanité est depuis toujours en migration permanente, nous reprenons le contrôle de notre avenir de façon plus objective et plus sereine. Nous savons de nouveau être part intégrale de la nature.

The Meal Dakar
The Meal Dakar

7.    Si vous pouviez partager un message avec l’ensemble des membres de la communauté Horyou, quel serait-il?

Aimons la Vie de la même façon que nous désirons être aimés

Écrit par Vívian Soares

Education is key, and the young people are the future. This is the motto of the  Society for Academic Development from Serbia. Let’s have a closer look at this young and dynamic NGO that is a perfect example of the new generation!

Alisa Kockar and Milan Simonovic were interviewed by Horyou blog
Alisa Kockar and Milan Simonovic were interviewed by Horyou blog

1) Could you please present to us briefly Society for Academic Development?

Society for Academic Development is a small NGO from Serbia, founded on 16th April 2013. Most of our members are young people, so problems that we deal with are usually tailored for youth, but not always. So far we got engaged in promotion and preservation of cultural heritage in Serbia, as well as corporate and social responsibility, cultural diplomacy, anti-corruption actions, etc. We truly believe that every human being has a unique gift or talent that they need to share with the world. If they do, amazing things can happen and we are trying to show everyone that kind of results. We are setting an example and we motivate others to do the same.

The main line that separates us from most NGOs in Serbia is a lack of hierarchy in the decision making process. It basically means that we do have official leadership, but only for external presentation of our Society. In internal affairs we have a unique decision making process – every member has equal vote and equal legitimacy to express his or her opinions. Our rewarding system is based on meritocracy – how much effort you put in the benefit of Society is how much you will receive credit for it. We think that NGOs must be different from corporations, so we tend to apply that strategy everywhere we can. We appreciate every member we have and try to nurture them.

2) What are your memorable exploits / projects and what are the biggest challenges you faced since the Society for Academic Development was created?

One of the biggest challenges is maintaining the NGO. We are doing our best to stay out from political influence. Corruption is a big problem in Serbia and it goes all the way through the system, so there is a big chance to bump on one of its roots when you are dealing with some social problems. When you want to get an office for your NGO headquarters, to have proper funding for your projects, to develop quick actions for the common people, we run into it. We are desperetly trying to make our initiatives work their way through municipalities without getting stuck between the interests of the major political parties there. For example, we’ve submited our initiative to name one of the streets in our capital city, Belgrade, after a famous French statesman and a true friend of our country who helped our grandfathers during the WWI, Aristide Briand. A few months later we got the reply from our City Council that praised our idea, but we are still waiting for it, and two years have passed since then.

However, the biggest project that we have ever done and that we are very proud of is «Kultura na DAR» (Culture as a gift) – a campaign for the preservation and promotion of cultural heritage in Serbia. It was our first project ever and we are currently preparing its fourth round. The basic idea is that everyone should get engaged in promoting the cultural heritage in their community. Kids, young people, mothers, fathers, teachers, folks, students… everyone can make a three minute video about their favourite place, person or event that has something to do with culture. We also organize a big award ceremony where we praise the best ones, but also award everyone who dedicated their time into joining our cause, as a sort of motivation to keep doing a good job. This year we will make a change and include a photography contest. Thanks to this project, during the last three years, the public got to know about 100 sites or people and events that did not enjoy any fame, but are important to our culture.

"Corruption is (not) an option" seminar
“Corruption is (not) an option” seminar

3) Is there any project, action, realisation that had a specific impact or importance for your organization over the past years?

Every two years, we choose new types of goals for our organization and last summer we decided to get involved in anti-corruption projects, because we saw them as an opportunity to help solving this problem in Serbia. «Korupcija (ni)je opcija» (Corruption is (not) an option) was a complex project, but at the end of it we got better results than we hoped. After six months of various activities, including seminars, meetings, group sessions and outdoor activities, we formed a partnership against political employment in which many individuals, organizations and even some political parties signed in. Our hope is to upgrade Partnership in the near future and to involve more social actors, so that this topic can be seen and talked about in the media. That’s how we’ll make some real progress.

4) Do you have any project that you want to develop in the near future that you want to tell us more about?

Society for Academic Development is preparing a project that targets young women in Serbia, aged between 15 and 17, by teaching them about their rights. This social group has many issues and very little support in society, which makes it so hard to see. It is a kind of a hidden problem that just waits around the corner and emerges every time when it’s too late to do something. That is also a reason why it is very hard to raise funds for it. We would like to teach girls that they have rights that they really need to use: such as the right to education from elementary to universities. Also they have the right to be equally paid for the same job position as men, and also they must have an equal opportunity to be elected for available job positions. They must know that they should never be victims of violence or any kind of torture, the same as every human being, and also to have their voice be heard in politics. They need motivation and mentorship, so we made a plan in order to provide it.

Society for Academic Development team
Society for Academic Development team

5) What do you think about Horyou and its community which you are an active member of? What does it bring to you and to your organization?

Since we first heard about Horyou, we thought that it is a very smart idea – to connect people from all over the world via a network so that they could exchange their ideas and thoughts. Making changes in one place is a very productive way to impact the world. Online and a few months later physically in Geneva in 2014, we met so many extraordinary people and exchanged so many ideas. Hey, after all, we are all wearing Beyond Beanie bracelets now!

We are eager to continue our journey with the Horyou community and even willing to make it even bigger, as big as possible. We talked about it with many of our fellow countrymen and they are getting to know how awesome Horyou really is. It doesn’t mean it can’t become even more awesome, but we all have to make it work. Only joint actions worldwide can have a real impact on the lives of communities all over the globe, and we think that Horyou has a capacity to initiate them.

6) What is your message for the Horyou community?

Every time you think about Serbia, or the Balkans, remember that there are young people living there, joined in a Society that is always ready to work with you and help you, so that our community can benefit from our joint actions. Let’s make a world worth living for..now!

Written by Hannah Nunes

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