arte - search results

If you're not happy with the results, please do another search

Una referencia en arte urbano en Barcelona, Nau Bostik tiene una historia que remite al pasado industrial de la ciudad – la nave abandonada de una antigua fábrica de pegamento se ha convertido en un centro cultural autogestionado. El proyecto creado hace tres años atrae una diversidad de públicos, de aficionados a fotografia a creadores de grafitti y se ha consolidado como uno de los espacios artísticos más modernos y innovadores de la capital catalana. Entrevista con Jorge Sánchez, del equipo gestor de la Nau Bostik.

Nau Bostik se ha convertido en un museo de arte urbano a cielo abierto

Qué es Nau Bostik? 

El proyecto NAU BOSTIK surge con la voluntad de impulsar y dar visibilidad a todo tipo de actividades relacionadas con la cultura y el ocio, manteniendo los principios de diversidad y sostenibilidad como líneas maestras. El proyecto se ha apropiado de una antigua fábrica de pegamento, ubicada en el barrio de La Sagrera, Barcelona.

Cuáles son vuestros principales proyectos?

Somos un espacio que acoge gran variedad de proyectos que tienen que ver con la creación y el arte. Entre los proyectos que tienen más proyección estan los del ámbito de la fotografia, siendo un espacio expositivo de referencia en Barcelona.

El otro ámbito en el que la Nau Bostik se ha vuelto un referente es el Bostik Murals, un proyecto que acoge a todas las disciplinas del arte urbano. La Bostik en si, se ha convertido en un lugar de referencia del arte urbano.

Cómo ha sido pensado el modelo de gestión de Nau Bostik como espacio de arte y cultura? Es posible sobrevivir de la autogestión cultural?

Mantenemos los valores de la diversidad y sostenibilidad, a través de una gestión cívica pòr parte de los colectivos que participan y que residen en la Nau Bostik. No recibimos, de momento, ningún tipo de subvención, y tenemos que generar, a través de algunas actividades, como alquiler de Naves para spots y rodajes de TV y cine, recursos propios con los que hacemos el proyecto sostenible.

Cuáles son vuestros principales retos?

Conservar la fabrica Bostik como patrimonio urbano reconvertida en un espacio de creación y difusión de la cultura y mantener una gestión comunitaria abriendo su participación y toma de decisiones a las entidades, colectivos y personas del barrio de la Sagrera.

Además de los proyectos culturales, cuál es la función social y ecológica de Nau Bostik en Barcelona?

De momento entendemos que el ser un espacio participado por todo tipo de entidades y colectivos del barrio y de la ciudad de Barcelona, eso genera que la Nau Bostik sea util socialmente. Muchas de la actividades que se realizan en la Bostik no se podrian producir en otros espacios de Barcelona, sobretodo en lo que tiene que ver con el arte urbano. A la vez en la Nau Bostik existe una sensibilidad ecológica y alojamos en uno de nuestros miradores un huerto urbano. A parte somos sede de una cooperativa agroecologica que distribuye alimentos una vez a la semana a sus asociados.

Cuáles son vuestros planes para el espacio cultural Nau Bostik?

Básicamente después de tres años de recuperación de la Nau Bostik, nuestro proyecto es consolidar la existencia misma de la Bostik en alianza con el Ayuntamiento para mantener la Nave como equipameinto de ciudad con una gestión comunitaria.

A filosofia de trabalho da ONG Frutos do Amanhã é a solidariedade humana. Com atuação em comunidades em vulnerabilidade social, a organização usa a cultura, educação, respeito e cidadania para modificar as vidas de crianças e famílias em situação de risco. Membro ativo da nossa comunidade Horyou, a fundadora da ONG Heloisa Morais falou com o nosso blog sobre suas iniciativas e planos para o futuro.

Atividade promovida pela ONG Frutos do Amanhã

Quais são as principais inspirações para o trabalho da organização?

Temos um lema que vem inspirando e servindo de mantra para que possamos seguir em frente: Educação, Respeito e Disciplina.

Quais foram os projetos mais bem-sucedidos de 2017?

Executamos vários projetos como oficina de idiomas, capacitação escolar, danças culturais, capoeira, oficinas e ballet. Posso destacar dois como os mais bem-sucedidos, que foram as oficinas de Artesanato e Geração de Renda e o Ballet Sonho de Menina.

Ballet Sonho de Menina

Quais são os principais projetos da ONG Frutos do Amanhã para 2018?

Queremos ampliar nosso projeto educativo, melhorar e ampliar nosso espaço físico e buscar apoio para poder atender a famílias que se encontram na fila de espera para participar de nossas atividades.

Que tipo de impacto a organização deseja causar para o mundo?

Transformar crianças que vivem em situação de risco em cidadãos através da educação e cultura.

Oficina realizada pela ONG

Qual a importância de participar de uma rede social do bem social como a Horyou?

Fomos convidados em 2015 pela Horyou, que nos esclareceu sobre o funcionamento da rede, e desde então estamos ativos na plataforma buscando apoio para os projetos.

Vivemos em uma era de constante transformação. Quais são as mudanças positivas que você deseja para a sua comunidade e para as gerações futuras?

Estamos em uma região carente como muitas espalhadas pelo mundo, se com nossas ações conseguirmos livrar algumas crianças do tráfico de drogas, que hoje está sendo o primeiro emprego de crianças e adolescentes, será uma grande vitória.

Uma família criada através da arte – é assim que os membros da Associação dos Artesãos de Birigui de A a Z gostam de se definir. Aos 3 anos de fundação, a associação hoje promove uma arte de cunho sustentável e social. Neste mês de outubro, em que se comemora o Dia das Crianças no Brasil, a Associação se engajou em um projeto social pela infância – cada cliente que levar um brinquedo usado terá descontos na compra de uma peça nova. Os brinquedos arrecadados com essa ação serão entregues a crianças carentes. Conheça mais esse membro ativo da nossa comunidade Horyou!

Algumas das artesãs da Associação
Algumas das artesãs da Associação

– Conte um pouco sobre a Associação e como ela começou.

Estamos completando 3 anos da fundação da associação com a finalidade de reunir artesãos de Birigui e outras cidades do interior de São Paulo. A cidade ficou reconhecida como a capital nacional dos calçado infantil pela suas indústrias. Nossa associação surgiu da união de amigos que colocaram em pratica seus dons artísticos que aprenderam ao longo da vida.

Nosso associados são mulheres e homens aposentados e de diferentes carreiras que sempre tiveram o amor pela arte e pelo bem social. Neste momento de crise pelo qual o Brasil passa, alguns associados perderam seus empregos e buscam na arte uma forma de se sustentar. Hoje a associação tem uma casa que foi transformada em Ateliê, ponto de venda e encontros diários dos artistas.

Alguns produtos vendidos na loja da Associação
Alguns itens vendidos na loja da Associação

– Quais são os planos da Associação para o próximo ano?

Atraves de projetos sociais, vamos convidar crianças e adolescentes de 8 até 16 anos para fazer cursos gratuitos, pra que possam aprender a fazer artesanato e ter uma profissão no futuro. Os cursos serão ministrado por todos os participantes da Associação, que hoje somam 13 pessoas engajadas em projetos de cunho social e sustentável. Todo o material será disponibilizado gratuitamente para as crianças e adolescentes.

A grande maioria das peças e objetos que criamos é feita com tecidos e material doado pelas fábricas de calçados. Através dessas doações, nós podemos criar nossas peças e contribuir para que sejam utilizados os materiais que seriam descartados e colocados no lixo, levando muitos anos para se decompor na natureza.

Muitos itens de artesanatos são feitos de materiais que iriam para o lixo
Alguns dos itens de artesanatos são feitos de materiais que iriam para o lixo

– Como vocês conseguiram colocar em pratica este projeto e se ajudam entre si?

Nós criamos um modelo de cooperativa e união dos nossos sonhos para realizar este projeto. Se cada um de nós fosse buscar um espaço de venda e exposição das nossas peças, seria inviável. Através desta união fazemos um rateio de todos os custos que temos mensalmente com contas fixas como: aluguel, energia, água e outros encargos, então dividimos todas as contas e isso passa a ser nossa mensalidade para sermos associados. O valor da mensalidade e de R$ 85 por mês (aproximadamente 30 Euros) para cada associado, assim temos nossa casa linda com todos os produtos que ficam à venda. Parte do lucro das vendas é revertido para o caixa da associação.

Cada associado disponibiliza um tempo da sua vida se dedicando ao nosso espaço, o equivalente a 1 dia e meio por semana, no mínimo.

Hoje a Associação tem ateliê e loja em uma casa própria
Hoje a Associação tem ateliê e loja em uma casa própria

– A Horyou tem três palavras-chave: Agir, Sonhar e Inspirar. O que essas palavras significam para você?

Tudo que nós fazemos todos os dias é usar essas três palavras: Sonhamos todos os dias e decolamos com eles para realizá-los. Agimos como os pioneiros na cidade por acreditar que podemos fazer o bem. Inspiramos pessoas para acreditar que unindo forças e positividade podemos alcançar ótimos resultados. Nós associados criamos uma família através da arte de A a Z por um mundo melhor!

A Associação promove uma ação solidária para o Dia das Crianças
A Associação promove uma ação solidária para o Dia das Crianças

Entrevista de Claudio Rahal

Una de las organizaciones latinoamericanas más activas en nuestra plataforma Horyou, Conexión Cultura Errante es un grupo con proyectos multidisciplinarios: sus miembros son activistas en el ámbito de la cultura, el medioambiente, el arte y la educación. En entrevista para el blog de Horyou, Jaime Velasco Meunier habla del colectivo a nombre de todo el equipo que trabaja desde el estado de Veracruz en México.

Conexión Cultura Errante es un grupo con proyectos multidisciplinarios
Conexión Cultura Errante es un grupo con proyectos multidisciplinarios

1. ¿Cómo nació la idea de Conexión Cultura Errante?

Conexión Cultura Errante A.C. está conformada por un grupo de amigos que hemos trabajado juntos (aunque de manera intermitente) en diferentes proyectos de índole artístico-cultural desde hace dos décadas o un poco más. Lo hemos venido haciendo en revistas literarias, grupos musicales o proyectos enfocados a promoción de la lectura, etcétera.

Como asociación civil llevamos conformados tres años. La idea central de nosotros es la promoción, difusión y defensa de la libertad de expresión, y como consecuenciaactividades relacionadas con cualquier forma de expresión cultural y/o artística. También tenemos otras actividades que parecieran no estar tan relacionadas entre sí como son la promoción de software libre, programas de activación física, o por ejemplo talleres para el cuidado del medioambiente, que en realidad responden a lo que nosotros entendemos por desarrollo humano sostenible.

2. ¿Cuáles son sus principales proyectos?

Tenemos dividas nuestras actividades de la siguiente manera. Cultura Errante. Lo consideramos un conjunto de medios cuya finalidad es la promoción, difusión y defensa de la libre expresión. Está conformado por: dos blogs , un canal de Youtube , audiopodcast y una revista digital .

ActivaMente es un programa de activación física creado por nuestro compañero Jesús García y tiene la finalidad de ayudar a todas las personas interesadas en iniciarse en la práctica regular de actividades físicas. Se creó un plan de entrenamiento y acompañamiento, los cuales han dado excelentes resultados. Opción libre es el proyecto donde promovemos, difundimos y enseñamos el uso de software libre y opciones tecnológicas alternativas. Entorno es un proyecto orientado al cuidado del medioambiente con un enfoque social, vinculándonos con otras asociaciones que están en defensa de los ríos, contra la privatización del agua y otros recursos naturales, el fracking y otras prácticas similares que resultan aberrantes.

3. La organización Conexión Cultura Errante ha trabajado con temas de tecnología, como software libre y educación informática. ¿Por que la opción por este enfoque?

La educación debe ser libre y gratuita para todos. Uno de los principales problemas sobre todo en México (y en gran parte del mundo) es que se invierte muy poco en esta área y como lógica consecuencia existen muchas escuelas con carencias económicas espantosas. La educación tecnológica es muy necesaria, imprescindible en esta era digital; una escuela que a veces no tienen ni aulas, menos tendrá para pagar equipo de cómputo nuevo y mucho menos licencias privativas como las de Microsoft. La ventaja del software libre, además de ser gratuito, es que se adapta a cualquier equipo, por obsoleto que sea y funciona bien. Todo lo que pueden ver en Cultura Errante ha sido creado con software libre. Uno de los proyectos que tengo en mente es recabar equipo de cómputo, restaurarlo, instalarle software libre y donarlo a las escuelas que lo requieran e incluso enseñar a los niños a hacer esto para que ellos puedan replicarlo en el futuro.

El equipo de reportaje de la revista en las calles mexicanas
El equipo de la revista reportando en las calles mexicanas

4. La revista es muy comprometida con temas sociales y ambientales. ¿Cuál es la idea detrás de este proyecto de comunicación?

La revista es el resultado de la participación de muchas personas, nosotros sólo somos los compiladores. La gente crea Cultura Errante con sus textos, fotos y diseños. La idea es darle oportunidad a todo aquel que desee participar la libertad para expresarse, es un espacio abierto en el cual todos pueden aportar. Cultura Errante digital es libre y gratuita, creada completamente con software libre. La revista es el reflejo de lo que es Conexión Cultura Errante A.C., está dividida en cuatro segmentos que son justo las áreas en las que nos enfocamos y representa en mucho la ideología de la asociación y sus integrantes.

5. ¿Cuáles son los principales objetivos de Conexión Cultura Errante para 2016?

Justo ahora está apunto de salir impreso el primer número de Cultura Errante (en versión fanzine). Era uno de los objetivos que no habíamos podido concretar. Tenemos el plan de crear una editorial para autores nuevos, pues ya contamos con cinco libros editados pero nos hace falta imprimirlos. No tenemos los recursos económicos para esto, pero lo lograremos. Este es un objetivo prioritario en este momento. Queremos consolidar el canal de Youtube porque es un medio increíble para la difusión de ideas y proyectos.

Otro objetivo para este año 2016 es el de vincularlos con otras organizaciones tanto nacionales como internacionales y establecer mecanismos de colaboración. También unos de los objetivos fundamentales, aunque banal, es la de crear proyectos que permitan a la asociación ser autosustentable económicamente,incluso buscando recursos económicos externos. Es un tema de lo más superficial pero desafortunadamente necesario.

6. Horyou es una red social que tiene como filosofía Soñar, Inspirar y Actuar. ¿Qué significan estas palabras para Conexión Cultura Errante?

Soñar es, por decirlo de alguna manera, un requisito indispensable para todos aquellos que nos dedicamos al trabajo comunitario y quizás el sueño recurrente deberá ser el de crear un mundo mejor, más justo e igualitario. El trabajo que realicemos será la mejor fuente de inspiración para otras personas, no podemos perder mucho tiempo pensando en el cómo o en una fórmula que resulte inspiradora, eso correspondería más al ego y éste es el peor enemigo del trabajo social. Actuar es la consecuencia de lo soñado. De lo previamente imaginado. Hay muchas cosas que podemos hacer para mejorar nuestro entorno. Si en verdad queremos construir un mejor mundo para todos, cualquier lugar es bueno para empezar: la calle donde vivimos, la colonia, la comunidad e incluso nuestra familia.
Creo que lo primero es enfocarse en lo que esta a nuestro alrededor, lo que cotidianamente vivimos.

7. Dejen un comentario para la comunidad Horyou.

La idea de crear un espacio como Horyou es maravillosa, un punto de encuentro en donde se pueden intercambiar ideas y conocimientos,con la finalidad de alcanzar el bien común. Nosotros hemos contactado algunas organizaciones e individuos a través de esta plataforma e iniciamos algunas colaboraciones (para empezar en la revista). Creemos que es posible aprovechar mucho esta oportunidad para estar más en contacto y enriquecernos mutuamente con el trabajo y conocimiento de los demás e implementar lo aprendido en nuestras comunidades. Al final de cuenta estamos todos aquí para seguir luchando por un mundo mejor.

Por Vívian Soares

2015-12-07 16.20.28

Bonjour Magalie Gigot; parlez-nous un peu de vous, de votre responsabilité et de votre action au sein de WWF France.

Bonjour, je suis Magalie, je suis à WWF depuis cinq ans et je suis chargée de la mobilisation de l’ensemble du réseau des bénévoles français. Aujourd’hui, on a environ quatre mille bénévoles sur tout le territoire et on organise des événements avec eux.

Quel est l’objectif de votre présence ici à Solutions COP21 ?

Nous on a choisi de faire de l’animation avec des enfants. On devait effectivement avoir beaucoup de scolaires mais malheureusement avec les attentats on en a un peu moins que prévu. Il est très important pour nous de faire de l’animation gratuite avec des enfants en classe en maternelle ou dans le primaire. Moi je suis bénévole. Ce sont principalement des animations ludiques avec de grands jeux sympas sur ce que c’est que le développement durable à travers l’expérience de l’utilisation de l’eau, par exemple, on leur demande vous à votre avis combien d’eau vous utilisez par jour. On leur dit par exemple qu’une douche c’est 75 bouteilles d’eau, par exemple, et de les confronter ainsi avec la réalité avec des chiffres. Et finalement, on se rend compte que les enfants comprennent bien et ont des questionnements qui sont les mêmes que ceux du monde adultes. Tout cela avec des exemples simples. Et souvent, quand ils rentrent chez eux, ils disent beaucoup de choses à leurs parents et c’est vrai que les parents acceptent beaucoup plus lorsque les choses viennent de leurs enfants. Nous avons beaucoup de parents qui nous disent que ça les fait réfléchir et ça les amène à revoir certains de leurs comportements concernant le tri des poubelles, par exemple. C’est très important de sensibliser les jeunes générations, les adultes de demain.

C’est en effet très intéressant mais comment s’opère l’ancrage avec ce qui se passe ici, avec le monde des entreprises par exemple ?

WWF est une des premières et rares ONG dans l’environnement à avoir fait des partenariats avec des entreprises. C’est un parti-pris que nous assumons depuis très longtemps parce que nous croyons dans le dialogue, pour la concertation pour faire avancer les choses et on s’est toujours dit que si on oublie le monde économique on n’y arrivera jamais. Aujourd’hui, tout le monde travaille dans le monde des entreprises. On entend souvent: “les entreprises c’est le diable” mais ça ne se passe pas comme ça. Bien sûr, il y a encore beaucoup d’entreprises qui ne jouent pas le jeu. Les entreprises pétrolières par exemple sont encore à l’opposé de notre objectif d’un monde sans hydrocarbures, on ne pourra donc pas faire des partenariat avec elles. Mais beaucoup d’autres entreprises cherchent à évoluer et on les amène à réfléchir ensemble. La plupart des grandes entreprises travaillent par exemple avec énormément de fournisseurs et si on arrive à les amener à changer de fournisseurs c’est tout un secteur qui va changer: les concurrents vont se mettre à bouger, les consommateurs aussi, donc on va avoir beaucoup de propositions et finalement, on n’aura pas touché qu’une seule personne mais plein de personnes, un tissus économique très important.

Absolument. Est-ce que vous avez remarqué des changements significatifs de la part de certaines entreprises avec lesquelles vous avez des partenariats.

Au début, c’est vrai que ça a été très longs. Mais les partenariats c’est sur de longues années. C’est pas seulement la question climatique qui est en jeu; il y a des tas de calculs économiques qui vont avec aussi. Durant la canicule de 2003, le secteur touristique s’est effondré. Les stations de ski le jour où il n’y aura plus de neige elles vont s’effondrer… donc voilà, l’économie va être touchée de toute façon. Je pense que, contrairement au monde politique, les entreprises ne sont pas là pour quatre ou cinq ans seulement; elles espèrent être encore là longtemps; par conséquent, consentir le coût du changement maintenant leur permet peut-être d’avoir moins à payer plus tard, ou d’être forcé par des lois à payer des taxes et des compensations, etc. Donc cette prise de conscience elle n’est peut-être pas très rapide et on a sans doute besoin d’aller plus vite mais elle est là. Chaque bataille qui est gagnée nous permet de continuer à avancer. Cela nous permet de trouver des solutions et non pas que de chercher à détruire.

IMG_2361

Vous avez je crois un label que vous donnez aux entreprises qui ont fait un effort…

En effet, elles peuvent poser le logo WWF sous certaines conditions. Nous avons également le challenge des entreprises qui fixe divers critères de sélection. C’est un challenge international qui demande notamment aux entreprises de réduire les émissions de gaz à effet de serre. On les engage donc sur une démarche globale et longue.

Vous avez fait le tour ici ? Est-ce qu’il y a des entreprises qui ont particulièrement attiré votre attention ?

Oui en effet, nous avons des partenaire ici comme la Poste et Michelin. C’est vrai que souvent on nous dit: “pourquoi Michelin? Puisque Michelin c’est la voiture qui pollue…”; mais nous on travaille avec eux sur des solutions alternatives au caoutchouc, quelque chose qui puisse réduire sensiblement l’émission de gaz à effet de serre. Michelin c’est une très grosse entreprises qui équipe des millions de voitures; ça serait énorme si on arrive à leur faire changer de procédé, sachant que le tout électrique ne semble pas être pour tout de suite. Donc il faut agir sur toute la chaîne actuelle.

Est-ce que vous donneriez votre label à une entreprise comme Coca-Cola, par exemple ?

Justement nous avons un partenariat avec Coca-Cola sur le plan national pour baisser la consommation en eau. Avec l’Oréal, par exemple, on essaie d’infléchir leur politique d’expériences sur les animaux, donc nous n’avons pas de partenariat avec eux …

Au fait, pourquoi le Panda ?

(elle sourit) C’est en 1961, l’année de la création de WWF que le panda a été choisi comme emblème. Il était arrivé au zoo de Londres, et c’était le fait que ce petit animal était en noir et blanc. Donc ça entrait dans notre politique d’éviter l’impression en couleurs et d’imprimer en noir et blanc …

Magalie, vous êtes jeune; qu’est-ce qui vous a inspiré à vous investir aussi fortement avec WWF en tant que volontaire ?

WWF_logo1_inarticle

Avant, j’était chargée des relations presse avec la télé et les radios mais j’ai toujours voulu rejoindre une ONG et faire du bénévolat et quand j’ai eu une opportunité de rejoindre WWF par le biais du service civique qui, comme vous le savez, a remplacé le service militaire. J’étais entrée pour faire un remplacement pour une mission de six mois en tant que bénévole et finalement je ne suis jamais repartie. Ce que j’aime c’est travailler avec les bénévoles parce qu’on a cette occasion de ne pas se contenter de dénoncer mais on a cette capacité de dialogue. On est légaliste, par exemple; on ne fait pas de rassemblement illégal parce qu’on veut que nos actions aboutissent. On a énormément de projets terrains. Avec WWF, on récolte des fonds et on va dans les ONG pour leur proposer ou les aider dans des projets innovants. Dès que les projets sont sur de bons rails et qu’elles peuvent se débrouiller elles-mêmes alors on va en aider d’autres. On travaille avec beaucoup de locaux en Afrique et ailleurs, les femmes et des entreprises. On essaie de comprendre leur culture et de les aider sur le terrain de façon pratique et respectueuse tout en les amenant à changer progressivement certaines choses. Nous travaillons par exemple beaucoup sur la question de la déforestation en Afrique. Des maisons ont été construites, des associations de femmes ont été créées… Voilà, c’est ça qui m’inspire.

Nous avons une devise à Horyou: rêver, inspirer et agir. Vous, qu’est-ce qui vous fait rêver ?

Oh moi il y a plein de choses qui me font rêver. Une planète que les gens apprennent à respecter et à ne plus regarder sur le court terme. Une planète où il y a encore des forêts, des animaux à l’état sauvage… une vrai prise de conscience de l’importance de l’environnement.

Avez-vous un message à adresser à la COP21 et aux citoyens du monde ?

On n’a plus de temps à perdre. On a besoin de tout le monde, des citoyens comme des entreprises. On a besoin de toute la société.

Merci Magalie et bonne chance à nous tous.

Par Elie Ayoub

Boy using computer

Science x Kickstarter Hackathon was held Feb. 28 and March 1 at the New York University’s Tisch School of the Arts. The weekend was dedicated to collaboration among scientists, artists, designers and writers, and bringing those ideas to life. Kickstarter is a website to help fund creative projects through pledges and donations.

At this particular event, there were 16 projects that people could sign up for to help support a team in need. On Saturday, all 16 teams presented their projects:

Horyou found it interesting to learn about the projects and how dedicated the team members are to their success. With the help of Kickstarter and participants of this event, we hope to see these projects flourish and gain the exposure they need. Screen Shot 2015-03-06 at 3.12.00 PM “We’re delighted by the diversity of the projects that were selected for this event,” said Francois Grey, coordinator of the Citizen Cyberscience Centre. “There’s everything from artificial intelligence for sorting trash to laser cooling for detecting antimatter, and from studying the genetics of beer to GPS-enabled harnesses for rescue and mine-sniffing dogs. (Citizens Cyberscience Centre)”

Thank you to Francois Grey from CERN for inviting us to this fantastic event.

More Stories

Una referencia en arte urbano en Barcelona, Nau Bostik tiene una historia que remite al pasado industrial de la ciudad – la nave abandonada...